Relatório dos negocios da Provincia do Pará

( 26) E'' o que nos acontece; o povo do P aní ainda naõ se compenetrou da necessidade de que todos os generos vaõ ao mercado, e, portanto em vez de auxiliar a repTessão favoi·ece-a. ' Ha aqui no P ará um ente social extremamente perigoso, é o vendelhaõ. Por via dessas pequenas casas de negocio é que se abrem as valvulas aos furtos de Maraj6, e ás delapidações do fisco com o.s desembarques noctm·nos de generos sujeitos a im– postos no mercado, e que, sem ellcs, passaõ para essas casas de negocio. · - Concluindo pedir-vos-hei muito ,in tantemcn– t e que naõ crieis despesa nenhuma sem fazer cessar outras. Riscae muito embora as quantias que eu vos peço para encetar obras e melhoramentos que me parecem necessarios; riscae sem dó, mas naõ me vinde crear o embaraço terrivel de, para o annot chegar aqui e declarar-vos: Meus senhores, o defi– cit bateo- nos á porta, e eu naõ tive remedio senaõ abril- a; devemos t anto ! · Naõ é preferivel, muito preforivol , que a admi– n~straçaõ fique par alisada, que se limite unicamen– te a conservai· o que está ,. do que empenhar-se cm. novos caminhos, que importem mn gasto de di– nheiro superior áquelle que temos no or çamento ?' Eu vos peço que me autoriseis a recluzir to– das as despesas que possaõ ser c"li minuidns sem da,mno da provincía e sem quebra de direitos ad– quiridos. CORPO POLICIAL.. T enuo o commandante deste corpo r equerido em data de 4 a sua r ef6rma, cu a concedi, nos termos da lei n. 325 ele 18 de outubro .de 1858. P arecendo- me q1.1e um o:fficial de linha podia.

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