Relatório apresentado ao conselho municipal de Belém na 1ª reunião ordinária

Bel ·111, a ucto rizou o Intende nte a r eorga nizar o e tabe lecimento, im pri mind o- Ih novo mold e , no que concern e ·á ed ucação e in trucção da orphã . As im habilitado, YO ll em1 r ehend r n nece a– ria r forma conto, com nuxili o le Dou , pod er em hreYe dar-vos test munh n publico do bons eff ito ri a sa lutnl' L i que vo · di g nn te votar O e piri to mod e rno, em de prezar o cul t4 o dos g n11Hl s id eae ·, 1ue em todas a épo as têm s ido o co nsolo S llJ remo ria e pecie hum,rn a, ::icba-s agora. ma is do quo nun ca, propenso para a pratica ' de labores uteis, no cc, nvivio com,nurn Em no, o paiz, principalmente, a mi são d a mulh er t m trlo fa l eada . por lamentave i defeitos do euuci:i ão, peculiar s á r aça latina . \ mulhe r, 11 0 emta nto, não pócte ficar circumscrip ta ao a 1•n.cioso papel de 01·1rn – menta ção do la r . E' neces a ri o que e ll n Aja, não só a mã e de familia traíliciona lmen to bõa e amo . ravel, qua l é a muíher bnizi leira, - mas tamb9111 ·â companh eira efficaz, de i11telli o·e 11 cia cult a, que com o <" po o compartilh e elas luctn quotidiana , toT – nando menos fodigoso o trnb:=dho d'aquo ll e. Estes conceitos gan ham Eórns axioma ticos, · applicado ao. Orp!lanato, cujo fim é aco lh er, in str uir e educar – menin as pobres e des va li das , cu j as nspiraçõe mai s nobres de vem ser a existencia honradn, ma s fo bo– riosa, das classes moclestn s Estareis, commi go, convencido que a e lovnção da mulh e r pobre póde ser fe ita, mui hobremente, a li ás. sem lhe iucuti1·111 os no es pírito perniciosos instinctos e habitas in compativeis com a u a con– dição e só acce itaveis em esph eras onde a riqueza adeja com as suas louçan ias mais brilhantes. Asylo de l\liendieidade Nada tem occorl'ido de anormal n'esse estabe– lecimento, onde e ncontro, d e cada vez que lá vou, a mais completa ordem e a ma is justa disciplina .

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0