Relatório apresentado ao conselho municipal de Belém na 1ª reunião ordinária
(' - 31 - O te r reno foi minucio amente vi itado e exa mi-. nado n o, sítios denominados de Fabrica e P dri– nha. E' um planalto de cêrca de 500 metros de frente, terra firm'3, muito a lta, prnlongando-se pelos fundo até á vill a PiJ1hAir0 e ::i. E trad::i. de Forro de Bragança. · O ca"nal em frente flO tert"eno apresenta uma profundidade dA . 22 pés na ba_ixa -mar, muito suffi– cien te p ara a a tracação de qua lq ue r vapor. T anto os medi ces como o engen heiro mun icipal declaram o terreno em excellentes condições para o fim a q ue ·e d estin a. I.tirnpesa pabliea Os concessionarios d'este servi ço vão obede– cendo ze losamente ás clausulas do seu contra cto. F ôra justo que uma pequena parte dos muníci– p es, imitando á g rand e ma ioria da popu lação, cor– r espondessem ao!': esfor ços da Intend encia, auxi– liando- a no trabalho de manter meticulosamente asseadas as ruas e praças da capital. ·Ao contrario, porém, pessôas existem que, n'urna ignoranci a la – rn entavel do d a mno que _c~ usa_n~, ou por uma con – demnave l mal evolenc1a m1ustif1cada, timbram 0 111 lançar á via publi ca, em vasi lh as desmante laeas, os d etritos de suas casa~, em adea ntada 1jutrefa– cção. Não póde ser, ass im, perfeito O se rvi ço da limpesa urbana . A hyg ien e privada é, no emtanto. a base da hyg iene public~. Os melhores auxili ares do poder, quanto ao asse10 urbano, serão ,ps proprios muní– cipes, quando ?e convencerem es tes que a sutl saúde depende em hnha rec~a do asse io que observr~·em nas suas casas e do_ rigor com que fôr em·~apphca– das lls medid as de h~1pesa prescriptas pelos codi– o·os mod e rnos de hyg1ene. t:, De nada se rvem ruas e praças asseadas se as
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