Relatorios apresentados ao Conselho Municipal de Belém, pelos intendentes Barão de Marajó, Dr.José A. Pereira Guimarães, dr. Antonio Joaquim da Silva Rosado
- 84 to ni o e o q ua rtel de infanta ria d o E st a d o. d ev endo d ií:e r-,·os q ue fl" es t a tmm a são ti rad os, á medid a q u e são p r ecisos, o p e r a r ias p a r a co ncorta r e_m aqu e ll es pon tos que recla ma m con ce r to . . ::N'a estra d fa São B r az , es quin a cta tr aYessa <hun – tino Bocay uYa . fe 7. se um a v alb d e p ech a e cal, no sen ti llo tran s v e r sal, com as oxtremi<.l a d es ca l– <:adas D a lve n a l'i a. a fim <l e da r escoa me nto ás gr::rncles massas de agu as pluviaes qu e a lli fica nun estagn adas. com prefuiz o d a sa úd e el os muní c ipes hab itantes nessa loca lid ade. Esrn obra foi eotiza cl a entre esta Tn te11den ci a e a compan hi a l: rbana. de accô rdo com o se u con– tractn. 111uminação Publica ~iio obstante te r em s ido empregados todos os esfol'<:os. 1)01' parto c.l'esta l n tend encia. pa r a dota r esta C'i<lade <'Om um liom sys tema el e illumi 11o c: ão; n_ão obs ta1~te tf'r Sido <l acla a· maior publi cid a d e p_ns – sn·el ao Ptlttal ele co1w111TenC'ia, cu jnc: puhli<'a<JiP::; trn · portar am <'111 2:H5-lS360, Yi 11 111:-; 11üo po tl ur HPl ' <'O llYOl' – tida 0111 <'0!1trae1o a proposta q ue em y o ta<:ão nk ni 1- <;úl'a a maioria rt>l:1.tiYa dp vo tos . porque n ilo es ta – "ª dP a <;(·,irdo <'Olll o art. -1;~ rln L<'i t )\',rnnica dos :.Iuni<'ipios, que cxi/.\'<> para os ro nt ractos; a rn niu ri a al1soluta da tutalidn<l0 dos \'o~·a 1 i:-; . . ~ste hcto '.' pal'a las1ima 1:_ e p r o<l u zi 1·;'t ~1•t'ias d!fitcLlldad<~s a a<lmi1_1istra<;ão mun Ír·ipa l. e n~ r e la – c;ar~ ao a:-:sumpto d<• 1llnmina<~ão; P a do utri na d a I...01, '.ll~e JH'~<·t11·on SPI ' dei um c·s<·t· u p n lo c•xnggera d o, s<.•n'_1ra m111tas ,·ezPs 1l c tt·oiH!('O ao r.o nspl h o, q\lnn – (to111Y<!r <_le_ l''.':-io l \·e1 assnmp trni d ♦' certa onle1!1 o em que S<' d1nd1r a Yoln!;ilo . Súnw n tp <·nmo 101 uo v a poderia ser re lovn1la, o <>stou c·.e l' to qno ma i s 1a rcl n st•rá proYnvC' lm0nte n•tot·n d a.
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