Relatorios apresentados ao Conselho Municipal de Belém, pelos intendentes Barão de Marajó, Dr.José A. Pereira Guimarães, dr. Antonio Joaquim da Silva Rosado

- 7 - saes ; e ainda que pouco melhorou o ser viço, devido a quP está a Companhi a no seu ul– timo anno de existencia e o material damni– fi cado, ao menos tem tido a Intendencia uma, bem que insuffi cien te, compensação n as multas cobradas. e a luz alguma cou– sa tem melhorado. Tomando conta da Intendencia em No– vembr o de 1890, e terminando o contracto a 4 de Outubro de 1892, não tenrlo sido fei– t0s estudos nem annuncios, só me restavam Yint e tres mezes par a -abrir nova concurren– cia, de seis mezes, pelo menos, p ara fa zer os estudos prévios e execu tar os t r abalhos d a nova illumin ação, o que era impossivel ém tão cur to praso; ent retan to, feitos os es– t udos e annunciada a concurr encia em Lon– dres, Pari s, Belgica, Nova-York e Portug al, apen as recebeu a Intendencia uma proposta do Banco Emissor do Pará; e não sendo ella explicita, o mesmo Conselho r esolveu que se exigissem. explicações sobre os pont os 0111 q ue o engenhofro da Municipalidade e o Conselho ach avam a proposta inconvenien te ou obscura, indieando as modificações pre– cis as. Todavia, ach ava-se o praso para a expi– ração do contracto r eduzido a dezesete me– zes, e a Intendencia, si não cont ractasse con1 0 Emi ·sor, seria ameaçada de t er de cr ear, n a t ermina\ ão do praso, um serviço provi– sorio elo illuminação da cidade até que o noYo

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