Relatorio apresentado ao Conselho Municipal de Belém na primeira sessão da sexta reunião ordinaria da nona legislatura, em 2 de março de 1914, pelo Exmo. Sr. Dr. Dionysio Ausier Bentes,
b RELATORI O 36 d ntra- ___ -- . - 1 os la os, co · , · e · .. d· 1 partem, p,1r, · . ' reas .. . ·1presentam em forma de iaixa, ~ qua l endendú entre s1 as a se ' . u menos largos, L-Ompre 1 fortes mais o ue mais se internam. . exgottadas baix•~i~p~!h~~d:':;e,'!igora, a facilidadedcom ~~~f nºo~e~t~~: ;em outr<J S aguas pluviaes que cahem sobre os itos a .d d ·o-otta- uxilio que o da grav1 a e. D. ,stema de exº a . Toda a difficuldade, pois, pa_ra um per -~•to S)baixas, cujo alaga– mento Jas aguas superfic1aes reside ness_asbareÍ1s a<Tuas dos fluxos e mento provém de tres causas: agu;is do su -so o, º aauas pluviaes. . 1 .· bem orientado 0 o Essa difficuldade, porém,_n:io é_ msuperav1Í ' ". lntendenóa para meretissimo Conselho Mun1C1pal qu1zer appare iar .1 dar solucão cabal ao problema. . 1 t dess·is úreas P e~so que feito um estudo completo de mve amen ° de,ntes ás ' . d ·orrespon baixas se tornarú e\·tdente a abertura e canaes L- derão ser bacias' comprehcndidas pelos terrenos alto_s, canaes que Pºe ue ser– moldados nos tvpos estabelecidos para a cidade de Santos q ,· irão de base á drenagem de taes áreas. , . • é de aterro, Outra prov1denc1a que, certamente,se tera de impor ª curvas não exaggerado, ma') convenicntt:, dos trechos gue os perfis e de ni"cl indicarem. . ,· ·os de O s canaes a que alludo deverào, como penso, occupar os cl( de a,·enidas que serão de,·idarnentc abertas e', desta fórma, serão, a e';;na– moti"o de cmbellezamento para a cidade, perfeitamente mspecci_ 1 a veis, ao contrario do que se praticou em relação ao canal que V 11 \',– desaguar na docca do Reducto, e que, atravessando o interinr de qu; tcirões, coll_ect~1 ~oda a sorte de resíduos que lhe desvirtuam o fim e 0 tornam pre1ud1c1al. . . . di- Conheço bem qut: a Yerdadc1ra dtfhculdade neste emprehen - ' 1 . fi · do os mento nao e tec nica, mas nance1ra; entretanto, congregan , bons esfor_ços do Conselho Municipal, do Estado e da União, esse ni e– lhoram<.;nto se tornar,í. uma realidade para honra nossa e felicidade d ;t nossa população . R~modeJac;:.ão da edifiéa~ão UPbana . Se estabcle;ermos Um p:irallelo _entre as construcções, que, nos ul- tlmos tempos, tt:m sido k\·adas a cffe1to nesta cidade e as executadas ha annos passad_os, chegaremos á evidencia do quanto ternos progredido em t,_tl matena, mas, se attentarmos no exame das construcções recen– tes Sob os pontos de v ista technicos de esthetica, orientação e hygiene \·crificaremos que muito ha, ainda, a fazer-se. Infelizn:icnte, nos li':1itcs traçados pela lei que rege a ma– tcriá, nada podem os profiss1o naes,encarregados dos exames de plan_ias e fisca lização das obras particulares, exigrr além daquillo que se ha f€1to', ........._,.._____' ➔ '"' . --=-...__ ---=-=--- ~ -
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