Relatorio apresentado ao Conselho Municipal de Belém na primeira sessão da sexta reunião ordinaria da nona legislatura, em 2 de março de 1914, pelo Exmo. Sr. Dr. Dionysio Ausier Bentes,
RELATOR I O A~~EXO N. G FISC.\UZAÇ.~O .\ff\lCIPAt 99 A Fiscalizacão ~1unici pal, pcza r da dcficicnci.l do seu pessoal, como jú ti ,·cmos· occasião de referir mais detalhadamente cm outro rclatorio que apresentamos, pczar m_esmo dos multipl<?s encargos que tc,·c ,1 cumprir dur,1nte o anno prox1mo fü:d o, conduz10-se 1~? desem– penho de suas fu ncções, de certo modo digno e lou\'a\'cl. E bem de \'Cr que isto se dcn ~ cm grande parte ao cunho de moralidade que procurou \'. Exc. sabiamente imprimir a essa corporação que, ora des– apegada de normas absoktas e ,lbsurdas, incohcrcntcs mesmo, frnia, no passado, de um nome pouco lison~~iro, inco_n~ p'.ltiYcl com ~1quillo que soem ser élc:; corporações bem policiadas e dmg1das . . Cu:npre affirmar que él bôa ,·ontadc de V. Exc. cm dotar esta cidade de urna bô,1 fiscalis,Ki.10 , acti\'a e moralisada, tem sido corres– pondi da com os nossos ~sforços, pois toda a nossa attcnção tem con\'crgido p,ua tal dcsiderntum. E' _n~rdadc que jú tcinos conseguido alguma coisa, j·'t e'\tirpando '.1 bu~os in ,·ctcrndos, j.'t cYitando que indiYiduos h~1bituados :1 constante mfnngcncia d:1s leis, menoscd1cm e prejudiquem os intuitos que ani– mam :1 acç5.o dt.: \'. E;-;:c. ú testa dos negocios publicos do _:1.hmicipio . 1 1:, de facto, contra o ycso costumeiro da construcc~o de quartos o-era n1ent, J • :1 · • b e uc mal eira, dando todos para um patco ou corredor com- murn pelo L1LI· 1 · · · l l' i · de casa. . , cl. s~ comnrnrn_cam a ,·1a l:ll, 1ca, ou uc aprovc1tamc_nto d ~, 'clhas, 1mprestaYc1s, sem lwg1cnc, \' ulgarmcntc denomina- as cor/1ros t,, 171 s . · :1 J • ' i · • 1 , -- • cmnrc 111crcc1l o ucstc e cnartamento ·1 nn1s scYl'f'l I e pressão p. . 1. , i: • t " , , . • • durantt.: ~ . .lr,t º~\l:, proYar o que \·1111<:s de affirmar ? ªs!a dizer que dc 111 )l- .:- - 1 ~: 110 pt ox1mo findo esta secçao procedeu 9 111t1macões nara e icao ocm - ( , ,_ , t inesth ·t·.,'. 1 . LOl~10 a onze r IJ cmo,irgos a rcconstrucçôcs dessas 1; lC,lS ab1taçoes. A vcnid.~\'>r;1: lamcntcl\_'el, p_cza-nos dizei-o, adrnr se com·crtida a construcc-~) '-- t.: Agosto, 111dub1ta\'clmcntc í:i.dada para ser, após a sua lwoloiio·a· 1 ' 1 º' uma das mais elegantes ,wcnidas desta Canit-1 1 cnmo 0 - n• ncnto , , i 1· ] . l r ' ' . Y1dla dcss· . /Jllc e ua mua e aprns1yc praça da Rc1)ublica num·1 ··as nc11cuhs . b' , - - . ,d ·.c - ~ · t '. Yelhacontq . . d- : . e .1 JCdas e ll1Laçoes propnas para scn·irem de l i ' ' 1 m .... i\·1duos LI"(" -1-, ~<-1·r: ··1a' )S · J · • uc l csappan:ccr 1 - - .- '",_ ,._),· 111... ~ , unponuo-se a conYemcnoa nos re\'olta e 11 l·(I LOt.~<;,lO l~,1 nossa urbs aquella monstruosidade que os rnmilha diante do e'\trangciro que nos ,·isita. * * -1<· O perni cioso comn .• J • maior ernpe I i , 1 cr~ 10 ci e tra,vcsm,, cui a repressão tem sido o 1110 ucstafisc·llt sa-- t l ,--~ ··d 1· · out ro rch to i . . - - . , . • , <;ao, cm ocu esc1 o l1 tlrn,.1mentc Em e llclS ()t.:c.orrenc1as lc t d ' . t · " t . . - . . occasião de ex 1 ôr . 1 V . u s e cp, 1 r ,lmen ° 1 ~u111c1pal t1n:mos I ' · Ex.e. detalhadamente os meios postos cm pra- ' J
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