Relatorio apresentado ao Conselho Municipal de Belém na primeira sessão da decima primeira reunião ordinaria da oitava legislatura, em 4 de junho de 1912

4 meu go ve rn o. A <l iffi culdadcs ·urg id as na . :olu çõe · ma is g raves têm felizmente a causa ger a d ora n as c rca– çõrs :Lnte ri ore ·, aliú o pullli co, pelo men os ostens iva– me ntr, na da tem ma ni festa. do qu e como ta l se possa con s icl rar ; a ntes aq 11 cllas táo leoninas rp1 a nto o ne rosas p ar a a muni cip a lid a de e parn o p11bli co, se fiz eram o to rm l' nto ince ·sante d a acti vitl a d c ex0cnti va, n a <l n. li a– n• ,u1o. cm ce rteza, qu e mais prcocc'.1p c uma a d11 :ini s– trnçi"t0 qu e ou sar-se ÍL •oncili aç ii.o de rnter c::;scs, .h o n tcm firm a dos gravosamente cm p acto. contrnc t11 aei; eo 11 tra os mais r cs peita veis. h oje, ·ohre 11111 n ovo propo sito, qu erid o coll ocar ÍLsalvagua rd a de 11111 cs_ü~d~ opprc,;!-i vo e in s11pportave l. ~ á o co ntas. em o 111u1n c1p10 de Belém e a s ua p opulaçã o com o vosso sin ce ro emp e nho; 11 ão ti ves1se is a grand e prcocc1qrn çfw de ue111 se rvil-os a ponto el e vo: tcrd •s co ll ocad o n e ·te momento cm 11111 locrn. r : 11pcri or e d omin a nte, clles se ve ri a m, dentro d e li,~ ita do temp o, presoi, em a ng 11 stio ·a s itu açã o, d a qu a l , ó uma cxtrao rdina ri a rcso ln çà o, it s imilh ança d a qu e j[t ass umiu o povo em di as qu e n áo vã o longe, os podi a, li vrar. emb ora ·ol1 a fo rm a. la tim ave l de a no r– malid a cl . E ·te me u a. ·ser to vereis, ú men or r cfl exáo, resa lta r no correr da communi caç-ão qu e vo , es to u fa– zendo. muito emb ora procure·, a n tes. r ea liza r os n pl::i.i– na.n1 Pntos ma is in stantcR, cyitand o a rre lrnta111 c ntos ta lvez iust ifi rados . l{II C traze r urn a ao-it açáo 111 clindrosa ao me u gon~rno. produzida pelo chí~q ll c de in ter cs es, 1111. · es– cudados em co ntrac tos, outros carregand o uma, granel, bagagem legisla ti va . l·mnutra nlt }tda . e rny ·tica, a lg un s tlei-trui dos em sua cxcc uçií o pe lo juizo popul a r, 111L1i tos cm cami nho da, pratic- a, va ri os s us pcn :os, a 11nulla J os nu j11 lg-adm; in co nstitt 1cio1rncs. qu a ·i todos lconi11 0. e terr iveis pa ra a 111u nieip alid a dc e para o p ovo . Com– migo com prc henden'Ís qH e levant ar ta l estado ~lc co u~aE-, cnj:1 eHl'divaçào Sl'ría um :-- itio bem trí 8te ao qu e ma is dPve 111 os res pei tar, presando e pu o-na nd o- a bem p11blico– era nrg(•ntc·. inad iave l r ncccss~ri o. Com o vo~so lea l e pres timo. o co ncurso, a lg um a cousa vou conseo-u indo realiza r, na <'S pcra nça de, se nüo conc luir, ao menoR in icia r a, remodelação tão util

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