Relatório apresentado à Assembleia Legislativa Provincial na 2ª sessão da 22ª legislatura

LIT ·hinas, ao menos, as offi cina . E ntre ta nto resultado a té hoj e-obti - do proYa ma is uma ve z qu e a razão ela prog ressão crescente de q ue .semp re fa llei tem aug mentaclo todos os annos , demonstra ndo q ue es ta humanita ria insti tu ição se rá ma is ta rde uma fo nte el e rendas para a nossa província . Nada mai s direi n'este cap itul o sobre a s offici na s, espe ra ndo q ~.•:! se te rminem as qu e v. exc. es tá n a nelando fa ze r, acc rescenta ncl o, pn– rém, qu e é de toda conve ni cncia que ellas sejam sepa ra.elas do co rpo do es tabelecin e n. to, para afas ta r os educandos du ra nte as ho ras c.i -1 t rabalho do interio r do mesmo. Tambem é conveni ente q ue ·ellas .·:~-– jam lateraes ao co rpo elo actua l eclific io, porqu e se irá murando o mesmo. Em todas as par tes, como v. exc. sabe, um es tabel eciment · d'es tes é semp re cercado de muros. CORPO DE EDUCAl DOS. Compõe-se hoj e o rn rpo ele educandos de 92 in tern os, estando un educando tra tando- se em casa de seu protector, desde 20 ele julho de r 880. RogG a v. exc. que, a ttendendo ao numero de p e ti ções q ue todos os di.as aug menta, e ao crescido nume ro ele meninos desvali dos qu e ha na província, se dig ne pedir a assembiéa l g islativa provincia l ma is credito do q ue o vo tado para. 1880, q ue fo i de trinta co ntos de ré is, e q ue Se} deu para conce rtos .e poucas accommodações no ac tua l ed ifi – cio, duas officinas novas e uma. enferm.a ria, obras es tas q ue es tão co– meçadas. De cen o não ousa ria p edir a v . exc. e s te a ug mento ele cre– d it? , se não visse n'elle a ug mento pa ra as r enda s li q u idas elo e s tabe– lecim.e~to, vantage1'ls p:::> r ell e t razidas para a p rnvincia, melhor es ac– commodações para os educandos e melhor fi. scalisação e separação dos mesmos. ão obstante te r sido creado o es ta bel ecimento para dar edu cação theorica e p ra ti ca aos orp hãos des valido s e j ove ns me- 1 os faw:J rcc idos da f'or tuna, como já tenho demons t rado, elevando-se a 2 0 0 o num.cro de edu candos., cl i~c ipli nados como es tão, ma ndand · .·e v ir alg umas pequenas machi nas qu e fac ili tem o t rabalho b raça l, cibtcnclo v. xc . q ue os fo rn ec imentos de fardame nto e calçados pa ra. 7.,; tropa,; :.i.rp1 i e. ·iste rn tes sej am fe itos pelo es tabel ecimento, qu e po– dr-r[t sempre executa i-os em i;nelho rcs condi ções de preço e q ualida - k. por não le\'arc no conta mão de obra e alug uel da casa ; em 3 ou .J.

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