Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos
- 51 - outro lado, contribui rlo para md hor regula rid ade na illu- m inaçào. · I na ugurou - e a illum i11 açll.o da t rn.ve sa en tre a estrada São Joil.n e o cur ro publi co. , 'l'ruto de augmeutar a ln.n1pa rta. de nrco volta ico rt a ave ni da ela Repu bli a e da praço. .Justo Chermo nt. • A Uompa11hin aguarda materiaes, afim rt e ··at isfazer a u– ctorhm<;õe qu e te111 pa ra ext.endet· n, ill unli nnção a d iversas vins ai 11da nfio er vifü\s. Alimenlaçiio publicu.-0 accre cimo iue. pera do da po– pulaçn.o, em virt ude de g 1·u11rl e · 1 "ª d •0111p,ttriotas nossos q ue e ·t!loabanci oua ndo os E •tfüio d ,1 Pa rahyba , R io G rande do Norte, Cea ril e até Piauhy, tlagd lado pela ecca, q ue co rrem em bu ·cu de refug io e tralmlho 11a Amazo ni a, 11[10 tem influído, por emqua 11to, pam aggravar no · ·o m ercado alimenti cio. No t ri1u est re cle abril a junho h ouve e;;ca · ez de carne verde; agora port:\m o commercio des~e a rtigo tem con e.·pou– dido ás 11 cessida de · do con umo. E ntretirn to, medi ta reis sobre o a umpto e resPl verei como julgardes con veni cute, na hypothese de uma crbe, que pOcle dar-se e ntre uôs, se prolo1w ,n -se a ccc:1 110;; Esta– dos visi11hos, q LJ e nos abu tecem de far inha de lfüUHli oca, cereaes cl iver o. e gado e -e o comn1 ercio não fo r bu:sta nte pre,, idente, proeuranclo outro · mercado · ex po rtu.dore . D csapropriações.- Fo i dc,mprop riado o pred io per tcu– cente ao De. embargador Anto nio Bezerra el a Rnchu. l\loraes e t rnta-se de ultima r o proce o de ex pu:ipri.,ação <le <111as ca!'llls pr rte11 ce11te a J os~ Aug usto da Gu rna e Costa, con– soa11 te a uctori zu.<•llo do Uo n ' el ho. Companhia Ur bana.-No int ui to de tornar rnais etfü– cti va. it l'i sca li zaç.c'lo de ser vi<;o eles-a Uompa n h iu, nomee i para fi scalizu.1-a u111 pro fi lonal. . A Directoriu, por in termed io do eu Gerente, tem-me affirmado q ue o se rv,~:o tc ncle 1\ melhorar, não obstante a s it uuçllo fi na nceira aggrnvacl a pela de;;,·uloriz:1çào du moeda n acion:;il. ' 'l'enho exigido da Co111 pa 11hiu que execute uma cfausul a de seu co ntracto, repurnndo o ca lça rne11to den tro e fõ ra dos trilhos, na exte11. !lo es talie lcrid,t pela lettra contractual. Cowquun to morosamen te, esse erviço vae sendo feito em - diver:;o pontos pcrcornclos pela;; lin ha d e bontl •. E m juuho ulti mo e por ten uo lav rado 11:1 8 ecretari[t ela In teuden cia, o sr. Vogrtl D r. Co rdeiro de Ca trn, se r viudo de I ute nrle nte, p_rorogou o prazo do contracto para o ser viço de tm,;i;ão electn ctt, de aceortlo com a L ei n. 133 de 8 de ab ril de 1897.
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