Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos

11 - cnrno (• p rO\·avel, are olução do on. elho, mandaudo abrir 1:011•orrcncia puhlica para a con t nt rçli e xploraçllo, pela i11rlu.·tria pn t·i-i cnlar, de um curro e m a ta doiro no con t ine nte dn ·npi tn l. P órlc di zer- e qu o a tul\l curro 6 um mo numento anti– hy"'ieni co, ttil o rst:1do la Urn av I em qu a iu curiaatirou- o, 11~0 obsti.u1te o · . aldos con ·ider::n·ei 0111 qu · entra ann ua l– rne11 te p: .1.rn o. co f're chi muni ipa lidade. 111 :i i ito. ao urro in ·ompntibiliza o ,,i ita11te de er– v ir-st· 11, refeiçõe , pot· muito dit , d e c::i.rne tlo gado a li aba t id . Nnd::i, m:1i urg n te 11e,t:1 capital, 110 ponto d v i ta d::i, h ygie11 e, e, ai,<', <la · ·ivi li ;i:u<;ilo, do que a elimiua~!lo d e uma t:.1.l mo11 truo idad e. An rneno pa ra 111elhnr:1r o e·tadodecoi ::t5 queali e n– t·ontrei, pr0, id ncici no ~entitlo d e ser éxtendida at<,1 o e ta– belec·in1 c11to a illu11tinaçno pu bli ca e olicitei do r. Gover– nador elo E ta lo <Jll rnand:is ·e lev1u- ::i,tõ h, n, ·analiznçn,o d ' :1 0-ua. Providenciei tn 111 bC\rn sobr o rctelbnmcn to , encali ça- 111 e11 to • out ro reparo~ d e que •,tre1;e o tecto do edificio, bem cnnw p:~rn. qu e R1·J>1111 rc;i li zarlos o· conc~rto preci os nas n1 a 11 guL•1rns de• de!-c-n rrrn ~rades do depo 1to . 'l\: 11do tin:di zndo, t•111 D •zerubro, o contracto do veterina– rio, prndrl cuciei pam qu e o xn.me elas r z~ éja al ternada- 111L•11te fe ito pelo.· doi s n1 edi co du muni cipa:. dade, atõ que prov id en •i:1,; .· jnm to111ndas sobre a acqui iça.o de um protis– ,-,iot1a l (•~ pf'ciali,;ta para o servi ço interno d r ~t_i:tbel cimento. Cocheira- A cot li eir:.1.. muni cipa l con ·titúe uma excel– le nte id t>tl nd 111i11 btrnth·a, ta11to mai sob a bôa di recçn.o que lrn tido. E ll ti forn ece diari ament • o v bicolos para o trn.ns – porte de 111 :iteri aes e ate rro .e pnrn. outros ·erviço d a muni– cipalidade, r sul tando d'ah1 n a.o pequena economia, a lém tio. pron,pto. recu rnos que _offerece aos diver o t.nibalhos qu e ·uppre. Uo n vl'.lm augmcntar a, coche ira, afim ue q ue po a forne– crr ma ior numero le ra ~ros, pois õ ensiv lmente p equeno o ele q uc p1 e ·e 11 tem en le d I pne. Para e , 0 ita r uma desen.;llo comp leta dos indivíduos em– prc€í:tdo · 110 ser\'i ço rl e .~ ndu 'Ç•tl.o ,d e carroça , vi-me nane– C"; ·sHfaclc chi elevar ~e -:b-;,vOU pum 5 000 o a la rio que perce– biam, fa cto este que 11n porta em a ugmeu tar opportunamente a verba do ·* .1. 0 a rtigo 21 do orçamento vigente. 'l'amlt~m _carec<:!ret de aug_me1:to o ê 11." do citado a rtigo se, como rnd1co e as conve rnenc1as do erviço aconc;elham foi: ampliacla a cocheira e, con ·eque nten1e nte, os materiaes ~ UOl11HleS. ' . o

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