Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos
- 140 - 11do c1O ni r!'mo tc111 po os pri ne ipa<• prnd udnrc!', j l1 esHi o .·obrerarreg:ido · co n1 os dirPitos dP cxp11nn ~·!'ln ~obrl• a lin r– n1 d rn, p<,is, não ol.,.· tnu te >'P l"l' ITI Jut " O. Jll•lo l'Xportndor , Plrl reali<l::ifl c o produdo r cp1 os r~1g;1, (lirt> it . f>S l!'R q11 • Hq11i sno d· 24 '' 0 , no JJ:1!-H> qu<> ern i\ la11:1u · rl e 20 1 4 °, 0 , furn 111 ll •1,ra reduzido,; parn 18 lj4 º/ 0. " A pr:l(;a elo P:1rá q ue ai11rln h :i bt>111 pou co t<.·nqH> o<·r u– pava o pr im e iro lo~ur 110 c·om n1 e reio tl:1 A n1nzo11 ia, t• q lll ' da exportuc;llo total da li11 rrnc:lrn valr11<lo (•Pr<:a d(• ILL 10:01 10:0:) , toe-ava á Rua pa rte 1b. 7:000:0nu, Jl!l:S>-011 1,:1rll o srµ: 11 1 1!0 lo~:1r, e ,·(L,:c hoj a brnc;os co111 rliftic·ulrl:1ch-.· qu e p<>!-ilinrn1 p11tl' a colloc:a m e111 p<, h,:no iu fe ri o1, parn, pod l' r co111 petir 0.:0111 a praça de i\fanau. . " A A ocia <;ão C'ommrn·ia l rio Pélr" t1pre c n tan<lo es te li ge iro e tudo cio. s it ua ção elos n egocio.· cl e•. ta pru~·,1 1 ousa i111lirar corno ll) ed i<'b par;t de l>e ll nr p11 r tc ,l:'is s ua · íl if'fh·u l– dad es, abolir s impos tos ele e nt,rucln, P!- tndna es n 11111i ci– r nei- , sobre os gen1:ros iru portarlos cios 0 11 l ros Eslados ela Uni ão, e pede todo o apoio de v. 'XC. r n1 favor rio co u1mer – Cit> purnen ·e, erta ·omo es tá. que a r s<·l arce icln i11t ll igl'11 cia rl e v. ex c. suue râ pôr em pr:1li ,·u ou t ra s 11 1cd idn s que p r– rnitlam o de euvolv i11 JC•11 to do n osso rornnwrc:io, uo quul está J igada a p ros peridade do Es tado to.o c riteri 1 1snme11 te adm in is trado por,·. exc. ,, · Coniquuoto fosse u rep re eutaçno clirigiclo. ao Gove rno lo E s tado, (1 certo, todavia, que o trec ho trH11 ·c riJ>to l 0 11 fl-11d e part icu larme nte coru o gove rno do n1uuicipio el e Bt•ll\111 e ·6 e te põd e tomar o ussumpto lllt co n ·i<l e raç o q 11 e ll1 <' l'l'1·t> r. As. im o comprehc nde11rlo, o h onrado gnvcrnudor fa cili – tou -m e os meio de d,ir-vos co nh ceimc nto chi rP<:.l111uaç o que, 11l'm por te r s ido e 11 ca111 inbucla p elo rn odo po r l[ll C o foi, ruerP e 111 no a, vossa crite ri osa attençã.o. E s tan, po r ventura o l!lunicipio tle Be l(lrn nu s rond ições de dar d t-' m ã o a uma grano<~parte da sua renrla, judic io a– ni ente e. tabe lecida, quando é certo qu e ue uhu1.11 a u x ilio re ·e uc pura as complexn e in1.p rcsci 11 cli ve is el e. vezas muni– cipaes, a lem do que re- ul ta da urret:!udação d e sua · tax11 · ? E s turâ acaso n'estar:; cond ições o muni cipio d e Mnwrns? Seja, porem , como fôr, o a,:sumpto desafia o vo. so estudo. (;on vem ir ao encontro da nossa pn:u,;a, nux ili a ud o-n. nos ]imites do possivel; mas 6 inclis pen ave! pe_n ·ar egua l– me n te na ituaçll.o <]U e pôde ser c reada com a eliminaçno de meio prec:i ·os uo desenvolvin1ento, á byg ie ne e outros ina– d1avei ·erviç·os da munici1 alidatl e. Rogo-vos que estudeis a questa.o e habi liteis o executivo a agir como ruelh.or fôr.
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