Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos

138 da U ni ao rl<' p11iz<> ex trungC'iros e rl e torlos os munic ipi ns d o A n 1:1zo11 11s. E~Lc u li i1110 <l ecrc•to n·i u co lfo1•:ir H pru ça rl i• J\Tnrnw,: <•n1 pos iç·llo niuilo 1-tq ,e rio r fl_ 111i,._a e, st• ui~ ª/.!º l"fl jl'i nllo porli;1mos Juct n r ern coll~<'<, Uf' JH•w do!' p<•, arlo_ 1111 µ01,t , rom qu sno trihut a<lns c-c,rl11 · 111~•rc:i cl o n11 s 1111c·1 n11ac•s 4 u e i11 111nrtn1t10,o 11 111itn n ,e nos n potlpnnn,o f11zr-r p:Hn o futuro. " .J/1 ym/ lí'i o t<>mpo 111 que !:'l' rli:,;iu q ue u )lla~·:1 d e Jn – rwu .· nllo rorlifl con,p<'tir c-0111 !1 no~sa por fult~! de cupit ,1 1s . HojC' j /1 csrn c•m co ud1 ~·l'íes cfp lnze r ' '.'do o 111ovm1t"11to do 11 e. g<•c·io elo Amaz0nfl!', e para J>l'O\':l fl'1~t0 ba~ta ron1 pt1L ur 0 _ n,anife~tos c1os ca rregn n 11 111,_s _qu e n ,·11p1,r1 s, 11, o . ú do e •tning:!.:iro corno do i-111 <l n 1 111110, 1 111 I ,·ndo pnrn i\ l niinu~, 11 e<>te tr . n,c•z s. 0 Lo11clo111111d lfr11 i lli11 11 B1111k L in,it d jâ ! teve nuttori:tn~·no pnrn ,li111 lirir 1111111 flli nl 1 l' l1rl•\ ' i•l\\t' llll' o, utro. hl\11 ·o!> f-nll o obriµudrn, n ffl ? l'\' o n11 f-1\\(1, 11 .t\lln1<lc 1 1111111-1 t·lnr111111•11(l• 1h•11111sl1·nrn 1os a in f ,rinr\ – duclc m ((li<' e t li 1·01\11<•1Hl11 11 ll llf')lt\ )ll'Ut;a 1·om rr ln~!'tn l\ 1\e Jn1111t1 s, liui- (111· dln r R inqwi- tos d1: 1•11t nHl n (Jll l' png1rn1 certo. gc11 eros de qu~ co11 111 11 1 c•m maior p!H'P ,> · ª"ia• mento. . " O xarq ur, genero el e prini e iru 1wce~s idad c, qu e é impor– tado cio i:iul da n ino, png:1 um i111prns to d e 10() r e is por k il o, eq u iva le nt e hoje, ao prC'ço por q 11e ti c:a pos to a qu i, 1\ 15 "fo do valor da f>H·t urn. O n1f6 pugu 30 r (•i · po r k ilo , ou ,:c,'.ja. 6 % sobre o va.lor; 'O t1~sucúr paga el e 5 a (i ºln ; a. es to p ill 1n pnga. 20 % ; o f!abAo 30 °lo, e a agua r<le 11te 120 "fo, e out n i ge nPrns , tn es con,o .\a I.J11co, fr> ijllP, mi lho, pho,;phoro,:, rou pns ft: i ta s, etc., todo paga rn um imposto 11 ,ais ou rn e 11 0 p csnclo. . 11 Cumpre nota r que o x11 rqu e imporl:1do d it•pc- farnente dn Rio ria Prata nndn pagn, a i 111 dos clirt•i lns cobrndos p e la al fandega, resu ltando d' e. ta dc·i-cgua ldMle de conrliçõc -ter rr~iaa<.lo quasi po r comp le to a importn çllo do . s u l da nino. Nno fô. se o pciaado in 1posto ele 15 º/,, " que es ta e>s tá uj e ita , cont inuaria a prn~·a a n,nnclnr v lr do su l as suns rem e~ a <'nsturnarla~, que cntrarinm en, c011 ·o rre11c it1 con 1 a i1u 1 orta– çllo clirec ta do R io <la P ra tn, de qu e res u ltt1ria u1n p r •ço d ve11da aqui n,ais ba ixo. Ac·Crl'SC<' qu e o peque-no commcrc i o i111p r laclor que nno t em n foc il i<IHd d e nw ndn r vi r do Rio ~a Prata os se us p<'g ue n o. bll p pr im e11tos, j:í po r n ao poci r !Ili porta r lotes de certo vulto, já por n âo JJoder fazer a ua 1rnµortnç·llo na base rle rli nb eiro, v . e obrignrlo a da r as s uas onlens pnra o ui , onde é con h ecido, e o n d e tem creclito, ..uh indo-l he, por ~m, a s nn n1e1·cacloria m u ito 111aiwca ni do que a que ven1 clirectamr n t e cio R i o da P rata. O s u l da União e,i tá em co ndições de competir em pr etos com o R io d11 Prata, otferecendo a i nda n1ais vantage u~ de co n1 n 1u11ka– çõe ma is rapidns e mais freq u e n tes, cond ii;ões de paga.n1euto • •

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