Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos
112 - ção rins g nt1 1rl es e perança. qu e dc po it.o no s r viço san itario m un i<'i pa l. Totl o ell e d ese n volve-sr na ma is perleita norn ia– li da<I P, e nt bP1 1e fi cio ria sa ú<l e da popu la ção. P or! '-Se di z(• r ex ce ll l-' n te o se rviço d e vacc inação m un i– cipa l, rlisseini nado com todo o met horlo pelo· ba irros urba– no. e sub11rba nos. ' uas vau tage us serão, cle ll tro em J OLH·o , i11 ,po r ta n ti . in1as. 'I'amb1~111 p ro.·pg11em as vi;:itas domi cili a ri as perma nen– tes, eon, o dos relato rios que a.o pub li ·ados ll a imp rensa , - e a sim a;; d1•s i11f1·c<;õ<'s el e boccas- de- lobo em todo o perímetro ser v irlo pt'la rl'.!rl c el e exg-ottos. Co11 t ill 11 nmos a aux ili a r o ser v iço fla ni tari o ma rí t imo com a coope ra<;ão dt• t res m ed icos e a lg un gua rd as. R egos i– io -mc por es te aux il io, HO qu al compete em parte o ju bi lo de estarrn os ató hoj e imm un e da e pirl e1u ia de pe te bu boni ca, qu e tama uh u, d u rnça.o tem ti do no su l do pa i,1 . A limc utac;-ão 1n1 b li c a O ll O. o mercado cou t inún abastecido de ge □ ero a lirnen– t ici os, q1J e a pop11 la çao ady uire po r preço. ruzo:ci.veis, em rela ç·ll.o ao va lor r ' a i el a rnoed a. Do n 1eiado d ll ovemb ro ul t i,uo para cú tem h a vido escas ez <l egado va ccum, d evido á. fa lta d e ex portnçn.o dm; 111ercados procl uctores, fe chados uns, como os cio S u l, e11, consequ encia d e razões sa ni ta ria e ou tros, como os do Cearl1 e P ia uhy , pe la ex t raordina ri a sêcca . . Dew•-se, po r<:111 , notar q ue d urn n te os m~zes ao ter i,Jres o abastecimen tó fo i com pleto , ao co 11 tra ri o do q ue s uccede u eni eg ua.l período dos ul t imos a n no . Segu ndo ficl ecl ig rms in fomiações colh idas pela In te ode 11 - ciH, <• ·ta pe-í]ucna c ri se é de ca rac ter p;issageíro. Comefle· o, até 4 <l e d ezt>mbro Cll t ra n tP c heo·ai·ã ao no ·o porto um vapo r rl e Bueno ·- A ire cond uzin do g~do va ccum, ú consig naçllo do c~mrne rcio d' es ·e ge nero. E s pera -se, ulérn d ' istu, q ue cl'ab , por rlea n te sej am as rern e::<sas regu la res, o q_ue ar reda J upp rehe n.·ões improvave is dP uma re pcti çllo d e cn se. N a.o obstante, cog ito nos lllc io. d e m elhomr a inJa ~~is o llOSSO m ercado de carnes verd es sem otlcnsa nem p reJUtZO da li berd a de con1rn erciul. S i n1e c~n ven ce r tlo l.Jorn ex ito d as m ed ida s qu j ul go con ve ni en te . ere m tom a das, d a r- vo ·-e.i conta immediataman te . T e rras 1>aCrin1ouia.cs J á nomeei a primeira corn m issa.o techni ca, encarregad a d e d iscriminar e demarca r a n ova. leg ua d e terras patrimo-
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