Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos

- 102 - m e bac teriolog ico. F eli:,,,n1 rn te, a inda n ilo h ouveneres~ idad t· de i'er po. ta ei:n prat ica t', tn ordem . A rece nte. not icim1 do ~•ea ríi. Y(!rn pôr de ~ob reav i.o o governo do 11n11 1ic· ip io. Dcn) rn fo rma r- vo. de qu o sr. Govern ador do E tarl o, c:om o pa– trioti. mo qu e ta n to o ennohreee, n llo tem tido t'gu~d cm ;;ol i– <:1turlc pnra cl ictnr a m e<l irl ns p re,·t'11tiva rec: larnadns JJt' l:1 gra vida cle do rn oniento. A I 11 tc ndcncia , a eu tu rnn, offi' r C'l' ll j >i a f'l. exc. a 111 ode~ta coopera çl\o do pode r muni ·ipal. ('r<' i<>, porém , qu e os actos de energ ia , tllo pruden temen te rom bi– nncloi! e acl opta d o« aq ui , conseguirã o torna r es ta c idade ina t– ti ng ivcl lo horrendo fl agell o da pe te. E' bem regu la r o estado sanitario do muni cípio, a ct ua l– men te. A Capital e o suburb ios acham- ·e amplamente np– pareJbados para ri:' ·i.·t i r ás i11 Yc.-ticl as de q ualq uer con ta g io. Ca e,s ma is ou m enos frequ entes el e var iola, ap pa rec ido 11 0s ulti mo. di ns, no Mosqu eiro, não podem ser imputado a u rna caus:L epirl enii ca . llo a n te d ev ido;; á ch egad a de pe ·oa jíi com in cul.Ja<,:llo elo mal, proceden te el e outro · n1 u11i cipios e a tú el e E tados li m itroph es. Paraaqu ell a loca li<lacle tiz seguir um medi co, a com1 a– nh a ndo uruaamb ll ancia ; e em vil'tucl e el e rec!Acm1ção da ,·ili a Cu la nh a i, tl::nbo el e adoptar egual p ro'i· idencia pa ra a li. ' Reja-m e licito preYa lecer-niP da opportun idacl e parn as– sig nala r este fa c to: o muni cípi o de Belem, com sn como q ue o emporio ela região amazo ui ca, tem con tra si o facto rl c se r tam bem o pontudeescn la de ruuito. enfern1os d,~outras loca– lidades, os qu aes, em desesperada it uaçao, por elle pnf'l ·um íi p rocura d nia~. propí cios cli mas. ern sempre , eu tretn n to , l bPs sorr i a fo rtuna, porque, a lgumas vezes, du ra n te a per– rn a l'! encin cm Belem, ag ua rd uucl o a .12.a rt icla elos pnquetc1,, vêm a succurnbir. E a sim fi ca o obituffrio urba no a vultado po r causa· uja responsa uil iclade seria inj n_sti ça la u ~a r á conta du 1108. o clima. m qu adro dem ograp h1eo orga_n 1zaclo ·d e accordo com e te raP-iociui o, cliscrinli naude> os ob1tos de pessoas aqu i chegadas em stacl o gravi simo, u !lo teri a pe– (J ueno interesse e po rventura seria um dos m ais eloq ueutes a rg umentos cm prol do no!l o clima. • Estas ·ou ·icleru çõe , no enta nto, não sllo ol, ices para que o pode r municipal desatteud a a seus mu ltip los ueveres, em relaçllo íi. .·Hucl e pub li ea. T udo <.j ua u to depende rl n repa r– ti ção !'ttni taria mun icipal é. en1[1re feito c:0111 esern pu losa re– g u la ridud e,- descle as desinfecçoe frequ en tes das l.Joccas-de– lobo e galeri a de exgottos até as vi!:ita domi ciliarias, ele U\o profi cuos effeitos pa ra o I.Jem geral da popu l11çt10, sem fo la r da va cc inaçn.o e revacc ina çllo em grande esca la. O reco11hecimento clm; bons crvi ços d 'e te ramo da acl – mini traçllo muni ipal não me leva , conLUcl9, a desconh ecPr

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0