Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano
gov~rno da Bolivia est,í , c-om s<·iencia e co11- sent1mento elo nosso, exercendo ac·tos de sobe– n111ia, ed ificando alfandega e cobrando tribu– tos~ seu arbitrio. l\ías 1_),-ll'Cce tamhcm que é 1wc1011al, desde que o 111speet,1r da alfandeo·a, lhe nun ca a entra.ela no entreposto, co,iforn~e preceituam as leis. O rec-nrso serii uacionali– sar a borracha, desembarcai-a , e se o gover– no do Pará nã.o quizer eguallllente r econbecer H origem boliviana, pagar direitos d'ella , como se fosse proveniente do Estado. O que dirão a isso os negociantes que jú na alfandega de Puerto Alonso,-este é o 1101110 da nova po– voação - pagaram o imposto d e in1portação. Com dinheiro ou saques sobrf' ~ta praça ? Ou tro ponto, nã.o rne11os importante, da questão, é o que diz r e~ peito H H,·inmento dos pedidos para o proximo fabrico de uorrnclnL. O comrnercio, desprevenido, não po~1d c fazer im– portação das mercadori a::; necessnnH8, em tran– sito, para a Bolivia . E quando o ti\·esse feito esban aria com a oppr)sição da uossH alfau~e– o-a que não quer rec011 becer , ao menos ass1111 o ' 1. 1· . se pode Ct)!1jecturar, a jnrisclil'Çào uo 1via 11a _no rio Acre. D 'e~ta maneira todas as rnercadonas expedidas têm pago direitos de imp~rtaçã~ :1º Brnsil e depois pagarão 11 ovamentr êl Boltvia. Ha,crá. negocio que supportc' OH enca rgos de <lirri tos de ünporta~·ão duplos, (' nmbos elles pesadissimos? . H a mais um terceiro ponto, f)Uf' a mim , como proprietario , lc na vio::;, particularmente me iuteres::;a.
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