Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

- --õO- 0 ornelio Magno da Cmz Peralw, mach i– nista, respondeu que s abe ter sido ))J'f'SO em Puerto Alonso o jus tificante, depois de regr·es– sar da viagem que fize ram {L Victor ia no alto A cre, a bordo d o vapor Tracuá, proced e11do a, estatistica elo commercio existen te e arreca– dando ' impostos officialmente ancto1·izaclo pe– las :rnctoridades bolivianas, es tabeleridns em Pu– erto Alonso. Sabe tambem qne e justifiran te fora destenado do t enitorio boli vi:u10 por uois a nnos para as fronteiras uras ileiras, depois d a prisão incommuni cavel que soff'ren. H.e~pondeu mais tambem ser verdade que o justif-i,·ant e procedeu á, estatis tica referida e á arrecad::1- ção de impos tos, naturalmente mediante <·on– tracto. ;;; a . .,. -Luiz G onzagn. de Oliveira l\-Iiranda , pra– tico, r esp ondeu que d~ Pnerto .A.10 11:--11 á Vi– ctoria no al to A cre e v1ce-ver8a, 11a qnalidad c <le pratico do vapor T racncí, fez a viH o·cm tendo a bordo como pas,;agt>iro o just ific-a~te ~ por isso sabe de scie ncia propria que e ll e ]H'O<'t'– <lPu a estatística com_!11cr c 1 a.l e ~n e~adou im 1 ORto 11'aqt1ella -circun!s~npçãü terntonal por parte do gove rno boh~•w11_0, de Pnerto Alon:-:; 0 , ta n– to assim que o J11:--t1ficante dan1 os re:; pedivo~ r ecibos d e i1111?ostos, em_ t~il ões c·arimbados pe]n, Delegacia 1rnc1om1.l boh rnurn. Era pu li] ico 0 - --

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