Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

volta o ccTracuá » no Porto -'don:::.o, tksl~mhar– cou o justifi<'c1 11 tc, ri_ne \·oltou n l>Mdo afí,u ele terminar o trabalho ele egtnti"ticn, foi por n'ZL':-. c hamado de tena e te11do o jm,tifi<·an t<· cle;;l•Jll · bnrcaclo com a testemunha fon111i tC"r com Para– \·icini , em sua resicleneiã, oncl0 o jn:,:tifierrnlt' en– tregou, JJOr e.r,igencia do ,nini,,tro, todos O$ p:t– pe ii:; relati\·os á dita commissão, sendo êl e,;:tati:;– t ic-a, o r e:;to dos talões carimba elo", d i1rl1 ciro e outnw papeis, mandau<lo o ministro (JtH' o ,ius– t.ific,,rntt' fosse á acluann prestar contn;;. i\f nis tnnk, :-ia i11do d o apo;:;;cnto cio rninic<tro, i::onlic c>Hn r pn':-:lü o jnstiiicH nte e inco1111nunieavel, C'ujn ac·to trazendo á testemunha indig nação, não qniz nc– ceit;1r o cónvite que lhe fizera. o mini$t ro d C' j an– tnr com o n'lesmo. o que pela segnncla vez acc<:'i– tou, afirn de orien tar- se (1;1 pu,-,ição c111 cp1P BC ~1cli~1\·a collocaclo o justificante; que depoi,-, de jai1tar soube que o justificc1ntc fôra pref:o t)OI' SPr e ll e ministro inforn1 J do, ele que o justificante dcrn. fug,1 a um criminoso de terras liolivianas, o que muito o havia ind ignado, mas t1ue dc•c<eP– ria no vapor depois ele algumas inquiri<,:ül';;; qnc á noite, ás 11 horas, pouco mais ou n H'llO!--, sen do noite chuvosa, appureceu o tenente> Ag11 ina condu zindo o justifieaute prrso e gna r<lndo pr lo referido tenente, que declarou-lhe, em uom<' do mi11i::;tro Paravicini, vinha trazer o justiHcante desterrado do territorio boliviano e que to11ser– vasse preso até agnas bl'a.sileiras, pelo qne, es– t:-lndo o jnstificau tc em seu yapor, clcn-lltc 1ili('l'– dacle; que, finalmente, no din tre::-1 ao sa hi r o vapor Llo porto e q t~m1do yinh,i um em pn.:gad<.'

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