Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

-46- SI'. P a n1viciui {L q ue J epartamen to per tene ia aquelJ P. te l'ritorio de q ue at:aban1 de fazer acqniHição, que lei::; regi~111! os 1Jra8il eiros a li r esicl entC:';; e que vida C1v1l lenirnrn eJl es. -Anad ia, respondeu-me o ministro, yo soi e/ dtlegetd fl nacional ele m,i pais, é.s ' 1 1 uia po.s.~e8- úon co11zp letamen/r, i11dependiente, soi yo qu i determino lo que me pm·esca por decreto,, que finnarr,i. A d emora, <lo Ciclacle do Par·â, est,1bcleee1 1 entre mim e Panl\·ic,ni unut certa eunvivencia q ue deu Jogar a libel'dades; por exempl o: pediu– me qu <.:: fizes;;e um a r tigo soh1·c a s 111-, eliegada a Puerto Al onso, o que muito o inter e,;s~u, e que fo i public~~d o em l\Ianáos e preparei -lhe, a inda a sC:'u pedido, nma adhesão ao ~e11 o·ovci·– no afi m de ser nssignada u 'aquell e tenitorio. Compreh e11dC'11do o al cH nce que que ria hou– vesse Pm·a vicini com e;;sa adliesão a fi z d e SO l'te , 1 ue fosse e ll a ª !1tes uma iu timação á moral , e á jwstiça g 11e devia , em Puerto Alou~o, r e inar cio que uma Jiumiliação eu subseniencia de dir() i– tos e di g-11iclade. ( 1 ) ... ( I ) E is a copia !Jlle dei : f~x 111 • Hnr. Dr. J osC- Purnvicini, M. D. Ministro. Q,; abaixo :1~s_ig 1m<los, IJrusileiros, tJIOl'u<lorcs e nc"o– <:ian tes nas pri~elfJtl;S ha1Tn~ns ~l<\ijtlto Ac:1'(', c-n, 11 a C'hcga– du do vapor u 1 rnc:uu ", 0 l!rtmc•tro ií truzer u 110Uein que uc:havn se V . Exe. e,...taln.:lce,d o 110 log-n r u P uerto Alouso..

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