Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

11ão podia continuar a dem~n·cação. R esoh·eu l'- us pencl el-a p a_ru entende r-se com o da Boli– Y i;1, e eu pa::;sei ao s r·. dr. Para vir ini, minis tl'o d 'e"si-1 R epublica, a n ota q ue se e n c-o ntra n o lcwa r competente.,, l:'I O que succedcu depois? D iante d 'e,-,tn fol'– ma l ded;iraç~o os l'epresentantes chi nw;ão que t i\'e::sem dunclas, não podiam imag ina i' guc a entl'egn , o u 1 ;1elhor ces~ão, do tenitorio. c•;;;ta– "ª mo prox1ma . Sobrc,·eio um acconlo, })l'O– n 1 r elmente secreto, porque llão veio á luz da i mpre llSêL Assumpto er a e:-;.,e de tão pouc-a impor_tancia, q ne 11~0 valeu a pena t razel-o a eon l1ee1menio do J ,mz. Entl'<.'ta n to, e 111 ,·irtude d 'e,.,::;e accol'clo niu– dnrn completamente a::s condic_-õe;:; po1itieas e <·c·ononÍieas d e um ~ s tado, me;ubro ela Cn ião hrasile il'a, e J}adece u 1>a iz g rand e p erda ern ~trns rendas. .S ã~ fo ti~a ref mais a c1 tte11s.-ão 1,ul!I!c-a <·.om a c·rH1 trnLrnçao d <:''-tes a rti o-os. ])c•11une1c1 o:-, fae:- . j t, • fo~. e r cu!11 e cmc!lt ~s, <Jllt' me parec:crnm 11t~1s }>a ra cluc:idar a op11!1âo. O governo fede r·,~! nao pód r nw1s al lc>g.1 1· 1g no l'a nc ia dos nru11tec-1mcn– t o,;_ A imprcusa do P arií :,;abe quc1 e.-; são os ~ i·a \·c',.; in tcr c:""Cs 11ac·ionat•~ <.' os 1•ai:tic11 la reR <Jll <' e.~rão emJogo. Yoltan,j sóment cJ ,Í m1 pre11::,a :-.e ou tro:,; s ueec•Hsu:-; vier c n1 t unw r 111a Í:a; 1 1 t·11 c,:-.a a ~ituaçüo ndua l. P :mí, 17 de F<' ,·c•1·eiro de, UiflfJ. ... .T. I.T'( ' I( ) D' \ 1/,I Trmo

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