Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

ümnecli atarnen te anterior ; mas (L sncce;:!';ão d'ellei-:;, a quem na, :<erie dos tempos tem l 'Oll1- petido a guarda do pntrimonio naciona l. . A idéa do Brasil foi !';empre que a fron– teira pa:3saria 11 0 parnllelo 10° 20' S, ou _sua,; proximidades; mas ns:;entou-;se d~ leva r ,~ h~1h a, o·eode,;ic:a da demarcação a on gern p1·rne1pnl J o J an11·v. Estarn o pl en ipotenciario boli viano de bôa, fé°? F aço a pergun ta na. acc~pção d i– plomatica. das pal ana,;, e não como in:;inna– ção de qualquer maneira offensiva. Acredi to facilmente que sim; o nosso governo, porém, tleu prova de levian lhule, em 1867, encorpo– rando e:;::;a. clausul a no tmtatlo, sem prev ia– mente se in fo rmar se a nascente cm questão fi cava perto ou _longe do deeimo parallelo. A 11 110 ,; depois, quando se fixan,m os limi– tes t·om o Peró , e:-:tahele1.:( 0 11-sc 7Jo1· esl1'ma a pof'iç·ão da nascente e111 7 º l ' 17' 6 S. Em 18!):3 clwgou a vez df' .-u·er tnr lin ,ites <'Olll a Bnli– vic1. J ú então o govcm u hn1:< ileiro a insti o-a- 1 1 TI · ' r-:, yües lo e~,rone 1au111aturgn, pretendia ver_i- f-i 1.:a_r . a vngem du ,Jarnrr O plenipoteuei:nio boh vrn no oppu nha-;;e: alinal C'OJH:ordant em pr esta r '? coiwt!l'"º da commi,;são do seu paiz, mas a tltu lt~ ~ 1111 pl e~m_ente de informação, ou mclhor-cun o~1dacl e ~cientifica.. O s r. Cnnlrn (~omes couta, n ' um relatorio esnuil~ado ele pa lpita~ites epi1-Jqdi os, a viagem 'lne fez do expl oniçai~. Re!-:iul tou d 'ahi que a:-; 11 a,;cen t~s cio .Java ry hcant agora mai,; ao sul n a la titude de• 7° 11' 48'' w ' O sr. D yon i:-:io (_'rr 1ueh'~' no ultimo l'e- l

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