Vitória Régia - Março 1936

.,; DELE:\ f, FEVEREIRO DE 1936 Nüi\L X ---------- VI CTO Ri f\" REGif\ Drgão do ·•Cremio Litlerario Don Antonio de Ma ce do Costa"do Instituto R. S. de Nuarelh li I li 1 1 t 1 1 1 1 1 f 1 1 1 1 1 1 ,. 1 1 1 1 1 1 1 4 1• .. 1 1 •• 1 1 .... 1 1 1 .. 1 1 .. 1 1 1 ,a A A ,1 t 1 1 1 1 1 1 1 1 11.1 1 1 '..1 1 1 1 . ...... 1 '" '' - ' 1 .. 1 1 1 1 1 1 1 1.111 •, _ ... ~ Amigas !J>resados co//egas 0:\10 as dema is pl antas el e a dorn o que c rescem v iren tes IHh pa rques e ja rd ins d e nossa linda ca p ital, V ICT ORIA RYG IA, ao ve r clwgar o tempo qu e m a rca o cycl o d e ~u:1 !lu r ,tção, desata tambem a lgum <1s fl ores pe rf um aclas cujas peta las ta ng id as p or Euro, Bo rec1s, Noto ou Zephy ru s pa r t1·m ,·111 t1>,l:t:-; as direc1;ões ú p rocura de vossas ca sas, cerlos do vc,-:;:;o l,0111 aco lhim ento q ue lh e co ns ti tue a m ais viva a l~g!·~1. e a m aio r H·n tura. A ssim tem cl la a m aio r ve n tur a r ecusada a to-' das as outra-: ele e ntr a r em v ossos lares leva ndo com as n o ti cias da al vcrca hu m il1le ond e a pla nta rnm as m ãos amigas elos que v os precr·clc- ram no recinto ama ci o d o In s ti tuto Nossa S enhora de Naza - . rc th. o 1wrfume d as virtudes aq ui en inadas-a ca r idade, o am or ao tw bal ho, a ht· mqu c· rc n~·a e n tr e co llegas, a bôa a mi zad e que o tem po de [c ri as nii.u p ode inte rr ompe r. E, é preciso se dize r, V ICTORIA REG IA se sente feli z v e n– do-se querida e deseja d a por toda par le. Cha mam -n 'a d e G raj ahú , n o in ti ·rior ma ranh e n c, recla mam-n ' a com insis tencia em San tar ém, a p e ro la l:t pa jon ia: a c•~nam-lhe a mave lme nte lú ci o longínquo Acre ond e conta bom numero cl <' bons amigos: v is itam -n 'a um sem nu– m e ro ck adm ira do res q ue , ,ivem aqu i m a is pe rt o; p or lod os e ll a é bem rcc•'bich1: por lodos é ma nusr:td a com carinho. Que m otivo d e dcsvanec imen to ! Hui~. ,1--:-;i m s al is fPila, \"ICTORI A R EGL\. <> n tra em vos as casa s 11·, ·,d1du em s ua " pdab.-; urna pa lavra de a pplau:o e co ngra– tul ac;ilo, um:1 p ,düv ra d e confo r lo 1' d t• inrl:'n livo, uma palét,·ra ele ;1 gwdc·cimento e· de bo n-; m1gurio:--. L'ma p a lavra ele applauso e con– g ral ulac;üo dirigida a os amigos v;tlr•ntc.-; qu e, 11111 anno inteiro, sem desfa llr-ciPwn to nem ca nsac;o, se' mant iveram acu rvados . obr1' sucts carteira-: de es tud o, sed ent os de s;1 IJC'r, ú co nqu!sta das notas c lc– v acl as, prc-rnio el e seus e-.furc;o-:, rclribuic;ão compensadora ,1,~s:a- /1 nilit ios gostosamen te feito:; pelos paes felizc por tere~

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