Vitória Régia - Março 1936
\JICTORil\ REGI/\ 29 1 ~\l!W\JI \II \Ir W~~lW~ 1 • 1 •• · , . .1. 1· ~ 1-SAUOAÓ rn: .· o:rnrn lHA □ AS ~ · «A· g ra ti dão el eve sm· _s empre an i– - mada, porqn e raras vezes se <'ll Conil'a nos homons• . ~- Assim fala Gorki atravez ll as 1 :1 gina5 mag istraes do s eu li vro: •Os Degenerados •. O alu111110 ao deixar a sol eira da ras a pa te rna e cfü·ig ir-so ao coll eg io, «11 1 \·e le var consigo a pa lana-Espe– ranç·a,- e, ao r etornar ao l:.:r, de i– x ando os humb:·,u~s do t emplo do ~ah ,,1·, pronunciai· r epetidas vezes o ,·ocaLul<J-Grnt-idão. O coll egio - cujo corpo do cen te é mposto de sace rdotPs qu o s a bom " qu ecel' as cellul as oe r eLraes da, mo– <· idad c não somente, co111 o facho d a scien cia - ma:-; d a verdad eira sa – hecloria, que é s ab e t·, que é f é, qu e é mo\'al , que é o proprio Detrs, esse <' clu candario é um templ o divino, é joia preciosa, é uma fon te. perenn e, onde a palavrn Grnt iclão deve sem– pre r «;c; onduzir, os lev it as que por aqui , se Yão passando. Feliz ,l e qu e m de ixa o lar e se di– ri ge a nm edu canda.ri o conw o Ins - 1 it ut o 1 oss a Senh ora de Nazaret h; feliz , porqu e, a palnv da esperança , 1•sse fa ch o lmni1 0$0-uni co lampa – tl ari o do edificio s ocial da ju\' entud o, no lado desses mes tres in esquec i– v eis, pela cultura, pelo ca rinho fra– t el'na l, pela. orienta ção s0g urc1, qu e uo ~ t ra çam na vida, ess a. palm a vi– r. eja e ,,ac fo1·ma1· o palio protector de nos~as !n et as sociaes . Coll e 6 as, fechou-se o pl'imei ro ,·o– lurn c do li n o de. n os~a moc:dade, fec hou- se admira.velmente - com a r ealização compl.e~a da palavra. Es- perança-agora ::-,bre-se o segundo volume. Nó• prim eiro escr eve ram os nossos mestres-no segund o cal> e a nó ' ,-.-; grava rmos a palavra Grat i<lão. Gratirlão, a Dons por t e1·-nos pe r– mittirlo chegar ao t e rmino el es-ta jomada; Grat idão aos n ossos paes pelos · sacrificios que · fiz e r:i m para que coltsa alguma nos faltass e · ll PStà estrnda 'pl ena de obs ta:culo s que é 'o cursó ' secunda1 1 io; GratiéHto, hos nos– sos E:1s íorçados mestr e~ tju e 'com des– vel'o in can s avel ' nos ad'mini strar nin os conh eci1hentos das sciencias; e Gratidão, finalm ente qu e no~ fará moral, in tell ec tuar é r eli g iosamente fo rtes para enfren t ar as vicissi túde '> dà vida numa cabal . démon straçlto de qu e fomo s, somos e se remos s ~m~ prn edu can dos do •Ins t it uto Nossa Senho1·h d e Nazar eth •. Ophir J)i,.arte ~ * :l: * N. ESTE instan te em que, vencida ma is uma e t apa d o cami nho p.er c0 rrido, me des pec,:o dos qu e .nos g ui aram · os passos por ent re os abysmos da fn comprehensãp e elo desanimo, faço-o com o coração cheio de gr a tidão. Aos coil egas que, ch egados :í en– crnzilhada em que estacion amos, t êm qu e tornar cami nhos di vers os , r elelll bro es se tempo inesquec ivel de di[tic i1lfla tl es q11 P juntos vence– mos, aux ili ando-n os uns aos ou t ros, apo iando o exausto, o braço n o bra– ço do companheiro.
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0