Vitória Régia - Março 1936

- ' ..... :.. • r• rt-.f I ., 28 'VICTOR!f\ REGI/\ r...e,.......e,.......e..,....e.......e,...e,~.,__,,,_....,........,,,_....e,......,e....,· f ____ ,,!!,~,~~:~,!~~~::!!::!,~!~,....... ~- 1 ·, ... , ◄ ..... ._.~;:~-~-~~·~,~~:::·;:;;i~:~~1·::~tres, os Irmcios ~ : ~ ]),laristas, , educadores admirai-eis.) } ~ Retôrno dos heróes... .Palp'í.t11 e canta, r 1 no rpeu suburbio de casinhas 1'.>obres, . , ,.J essa alegria de lar t ão sa crosanta . ~ , l que P mais da ' plebe 9.ue das classes nobres! . . . r ,.J Andam, a ,;ibrar os corações, em doures, l l alleluias de amôr. Quem não se encanta r ~ ao ver que tú, felicidade, cobres liv ~ · ·: a tant!l gente com tou véo do santa? ... ), Mas, ante a floracão das esperanças· 1 que foram de y·elhinhas e creanças, ) na primavera augusta de~ta paz, '1 meu pensamento fogo, de repente, .J para aquelJas que esperam inutilmente l 1 e para aquellos que não voltam mais. z J Ânlonio 'Cavemard · t ~~~~~~~~8~~~~~~ .. • 1 1 1, 1 1 ..1 t rtl •r■wV'I 1 1 1•1 "1 '11 1 1 •I, l't!• •I r I Cl,.I 1 11 ■ 11 1 1 _. 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 J &- 1· 1 1. 1 1 1 1 1 1' a. f 1 ... • t 1 1 l>,I I l "I 1 11 1 .. -•• t>.1,.llll 'I , ._,11:11,'W;Jll..,..r'IJII ,1 1 .... -et:■·J.11 1 •11'11 I • t · 1:.1 1 ·■ 1 ·-•l::.l d.;.flfl-,1 ~•-.J.- f 1 1 élll-l 'lt ·.1· 1 l oll ll« 1,.1 1 1, 1 l••■·,t•·t. 1, 1 1 1' 15'1"1 1 ,ILI · •• · 1 ,l "•I • 1 1,nt estás, arvore amiga, cmLprirtdo a tua missão, mau grado a saudade que tens da floresta onde tão hem viverias. Não mais tu has de gozar do silencio misterioso da. mata. Has de ouvir o barulho metalico das li– nh as de feno ou o ronco dos aYiões e has de sentir a trepidação das ruas. Não t e Pntris ter;a~, 110rém, ar– vore amiga, con sentn nf!s te teu des– tino. Porqtlfl Pm retorno o homem s erá teu amig'o e t eu prot e tor. E tú serús nosso encanto <• no::;,; a amiga tambom. A' ltrn somlH·a viremos tl es- 1 ' cansar, nas l10ras calmosas e ar– dentes do esLio. Ouvirás tarnh'em aqui a muska dos ,rassaros e a mu– sica dos homens. Repousa, ó árvore amiga, · neste pedaço de sólo que te damos de presente. Cresce para o alto e tece com os tous ga lh os uma fronue quo nos abrigue. Sorúi, mais um r ofugio para as aves, mais um encanto parn os nossos olhos, mais uma musa parn o poeta, mais um aceno verde de espiwança no anil deste céo, 11rnis um presente de Dous.

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