Vitória Régia - Março 1936

VICTORI/\ REGI!\ 15 • -. _._..... • 1 1 • .... . ..... , . ... ....,•• , 1 ■ •• ~ ... 11, . . ... '9111 . ... ... . _ ... ...... . .... _ ... ... ... ... .... . ... ,. . ... ~ . ... ... .. ...... ,,•• ,. ,:. 1 , • • • • • 1 1 1, ■ 1 • 1 • • • " ' 1 1 ·• • ·• 1, 1,,, ■ • • 111 ■ ••, r 1 ■,, .,,.,,,,,1.,111••••·• • • ·••••• ■ ■ .....,. 1 • •• · • • .,.,,, .. , .. ■,. ... II I t t III I I UI I t III 1 , .,. 1 I 1 1\,1 f -111'1 1 t II l"ll\l IWI IIH•><■ l ·•I 1 1■1,t l i■ 1 ■ ltl■Ul·ll'I II ■• ■• l.l .. p~-~-v~·· .. d ·~·-P·~·~·t·~·~j'~-~~- .. ~i~ .. ·;iü·~-~ .. l ~ ~ GUILt1ER·l\llE BAARS ~ • !f - o • • o I t 1 1 1 1 t t ■ 1 1 1 1 t t ti t 1 1 11 l i I UII 1 1 ■ 1 1 1 ,■ li 1 1 •1111111 t t·t , t ••t ·I 1 1 1 1 1 11!1 li l t l UI 1 1 11"1 1·1t Ul 'lt ·lt '1I ■•1t r• ■ J■rl, 1 1t 'II/ l t.1- t I I U 1 1 . . • t 1 1 1 1 1 1 t f 1 1 t 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 'I 1 1 1 1 11 1 1 1 ,t t t 1 1 1 r f"I •., - ••• , . ...... ....... ............. . ,. , . ... ,,. .. ...... . ..... tr tn.t,r. " . ..... . ....... , . IIWllttnatr....... ... ... ... ...... . ,. ... ........... ... _,••, . .... . ~ d ,1 .• 1.11,1 .. ... ... ... .... l..lll·I 01• n1111n11111111111•11,, ... ... .,. ... , , 11, 1·1,,. ,,. 1 • 111 11u11,1,11n1uau111111.11•11111111u11,. u, ,,, ,., ... ll!ll ul hl l . ,.. ,1.. ~ (4. o. Prova parcial em 10-Xl-34) lt t 1 1 1 1 ... 1 1 1 1 1 •t f f 1 ■~• ., l t •1t•t••1t■1 UMA SURPREZA Todos no mundo nüo es tão ise n– tos de ~urp rrzas, umas más e ou– tras bôas. Fo i ass im qu e no di a 8 dt• março ti ve uma das ma iores s urprczas cm minha v icia. S urpreza, s im; porque, müe qu erid a, tú já cs· lavas fó ra de pe ri go e e ram 20 minutos para as 8 da noite de 8 de ma rço e tú , cercada dos cari– nh os de te u rs poso, filho s e pa ren· tcs qu <' te e ram g ratos, tu par ti as. P é1 rtias com certeza p a ra o re ino on de tudo é so rri so, onde tudo é ílôr, pélra o gozo e te rn o, emÍim, aonde ias cantar, com os qu e j á lú estão, as glorias do Senhor. E que dia tris te fo i para mim aquele cm que velavamos o_ teu corpo I Aquela camara .:mkntc me impressionava, q u,Hlro horr íve l. A Célda ins tan te estava te ven– do se nt ada numa cade ira de ba– lanço e quando <' u ia sair e a hcn· ç.1111 te tomar, tu me davas conse– lhos e beijavas-me com l<·rnura. Hoje p<'lo mrsmo luga r passo, a cade ira Pncon tro, porhn Jú não cs tús. P e ior foi á hora ci o e nterr o, ern qu e tinha de te levar ú ultima mo– rada, te pres ta r a ultima homern.1- gem. Quão duro fo i para mim qua ndo o tr u ca ixão ba ixou á cóva e os prime iros torrões de te rra cairam sobr e o teu caixão ! Tris t~ foj . Mãe, doi s anos já fi ze ram que do no sso la r te retiraste, porém cada di a que passa ma is s into a tua fa lta. 1t11, , t 1 1 • 1 • 11 11•1 t 1 11t1,•• t .<a1, 1 1.,.1 t 'l• • 1•1 ;1• 1A••·• 'll ''l ll. ,.I 1·•11.1r11 1 1 1 11 ,.,1, 11 1,·1 ' "' 1 1 ••·• 1 . ,,. •N■I.I.LIJ • ..• .. ••••u•111,,.n11.. ,·1. 11.• •·• ..• 1 • ■, t 11 1 ,, ,1, • 1 ,u A v icla reli g io sa é o dom de Deu por excell encia; é a pa rtilh a das a lmas privilegiadas; mas para perseverar nella é n ecessario g ra n– de fid elidade á graça e muita ge ne– rosidade. Veneravel Cham,pagnat S ubstit u to Porque seu marido levantou- se tüo rrdo hoje, v izinha ? - Ah, l<>ve quP a cor<lar aíi galli– nhas, pois matamos e comemo s o gallo hontem.

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