Vitória Régia - Março 1936
VICTORI!\ f\EGlf\ 13 gero, eis qu r. surge o porto rl e d es– embni'qu e, ti o d estino, a qu e nos conc1 uzio esta n{íu Iesti\·a. e hos pi– ta lei ra! ... - Ajudados pelos ensinamentos rompetentes rlos mes trA~, que th·e– mos a fPlicidad e ,l e saber esco lher, 1·pali1,amos enfi m o sonho dourado do e-5tudnnte digno deste nome :-a formatura. - E ao virarmos esta pagina do livro de nossa vida, ao vermo:, co– rôaclos do mai:s franco sucesso os nossos esforços intellectuaes, senti– mos o coração cheio de tri s teza por lP1·inos tle nos separar tl e t.ouos vós, mes tres e amigos, tris t eza essa quo é sóme11to ater.uatla pela satisfação d r• enfim, prove r a nossa r-:ubsisten– cia. sem 110s tornar a outrem um fardo diflicil de conduzir. - f'hPgados somos ao momento da de~pr-,li,la 1 - li.linha voz. menos <lign-i do que n 1Je qnnlí]u er um do~ qu e hoje re– cohc,m o diploma de guat'tla-Jivrns, não Pncontra palavras para expri– mir todos os srntimentos de g rati– dão, que vão n'alma ,lesses que ao e nt.rar aqui, viram raiar um Jia fe– liz r e Jll eto de aleg1fas e prazer es es– JJiri t uaes. -Levemos pois, aos pés da Santa \'irgem l\laria, as mais ard E:- ntes pre– ces 1wlas figura~ amigas do Irmão Heginaldo e Irmão Bernardo, os doi s grandes chefes desta compacta fa– milia est u<lantina, sou cuja direcção '9 1 1 • • 1 t I t 1 1 1 1 • 1 1 t 1, 1 1 1 1 1 . ... 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 , ~, · ··•· 1 ,, ,, , ..................... , ....................... A porta da jus t iça divina está sempr e fechada ri cha\'C~. Para ahril-a é necessar io qu1>rel-o o que– rel-o obstinadamentt>. A porta da bondade d e Deus osUi. sempre en– troaberta. Para escancara i-a uasta empurrai-a de leve. Uma criança o pode fazer. Padre Sliryeers espiritual formamos o nosso ca– racter. - Peçamos tambom a Deus, pela felicid ;i.de daquell es que, leigos 011 religiosos, nos auxiliaram com · sna int elligencia e doilicação a alcançar– mos este triumpho que agora com– memoramos. -E essas preces eu bem sei, são os unicos ngTaclecimentos dignos que podemos apresentar a essas almas christãs, as quaes forneceram o maior monumento de Fé aos nossoi> corações do jovens. -E a vós, cal'issimos condiscipu– los: a vós que por algum tempo ainda cursareis este templP do sa– bAr, o adeus sincero desses que v0s agrad ecem a bõa amizad e que lh es rli s pensa i- t es durante toLlo o tirocí– nio escolar. Que sr-jais pois felizes, é o mai s ardente des ejo dos que hoje so .ifas– tam de~t:1 \·en e randa casa. A D E lJ S. 4 - 12-35 O homem não pode ser feliz e realizai· o bem sinão . on,lo Deus o qu t:>r, e Deus .só o quer onde a obediencia o chama. Vcncra vel Cl1c11upar;1wt -------- Menino terrivel Titia, você tira a língua da boc a como a mamãe tira os dent es quan– do , ac, 1lurmir'? Tia-Eu! tirar a lingua ! Que ne– gocio é esto? Sobri nho-Oh! o papae disse hon – tem que titia. tem a lin;;ua falsa.
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