Vitória Régia - Março 1936

12 v;cTORff\ ~REGlf\ ~::e:::~,:.:e.:.:~:.:.:e.:.:-:...:e::::..:e:.::~ ::e::·:.:e:.::e:.::.-.;;;::.:_:.e::.:~:.. ~-orãêfõ-aõ·iractõ·r··petos··contab1iIStasm --~~~~-~ ~~·~:.:.w-=-~~~!-~~-- ... ,, , , , , , , ._,, , , ,1 .. .,,,...,..... .., .... . . ,.,.,.._.,......4,_,..... .,,, .., ,........ . .. ,.,., ....._,,, , , ....... ,.. . ....... , ...,.• , .... .. .....,. ......,... ...... r Hevmo. Srtr. Repre5entantt' do A1·cebispo. Exmo. ~nr Rei: resent ante uo Go ,·e ,·na<lor do Estado. Altas nuctoriclades ;iqui presentes ou representadas Paes, mestres e amigos. :'.\.J eus senhorrs. Mi•1hns senhoras. Carh,simos collegas. - Cheg...mos enfiin ao termino da 43st1·ada in crrta de nossi:. infancia. Do vehiculo qu e nos <'onduzio. o que era ornado µela s alfaias rnti – lantes do saber, P"'la s ricas ta :w<; a– l'ias da razão e pelos cortinado, re – fulgent "s da moral chris tã, ya1110s nos separar agora. No momento desta SPparação, in s – t ante decisi\'O para a noss a ,·ida. d e po is do qual , subs tituiremo s o b anco carinhoso e a <' olh r dor da es· cola, esse templo sag,·:vlo ,ta juven– t ud e, pela carteira ru rl e <la cas a d o commel'cio, s eja-mo pf' rmittitl o r e– corda,·, pois QU d l'f'COl'<lar é Vi\' r r, :,(J us ll es tempos qu e não mais volt a– r ão, os primriros r!i as do no-;sa in– fa n cia , 1l 0 ixando-n os sawl.til <'S fm– morre clfJfras. .'\ o se rmos jul gado 'l aptos a s n~– tPntar sem au x ilio ex tranho, o gran – clr emhat fl Jl(ll a \'i cla. (, com imnH•nso prazer qu e r<' lemb ramos o clia <' lll quP, no b,tn co CIP .11na ,11 ila ,1 ,, Clll'"' O p rim al'io, 1·Pceh ia1110'- p r la pr imri t',l \'t•z em nossos cc•1'<' IJ1·os ai rula n iio r,0111pletamrn l e cle::-P n \' ol virlos. o -; doutos rn !-inamPntos ,l a se;i, nda t) da ,·i : t u<le. Fof r.o anno de 1929 - ..\ costnm arl os ã man eira d e eu – s inar da s profes~oras d e escol as pr ima,··a~. q11 f' p ·i r :i cs alumnos t êm mais os carinh o:- <l fl mãe r xtrc• mosa, c?11 que a ~111 cto, idade e ene rg ia 1w – <'f''-sa ri as parn d oma r o c~ rac t e r g,•– r al men te brav io d a~ c rean i;as, fo i co II d iífic uitlade q ue nos ha hituamos a sr r t rata,l os como home ns q111• poss11 em a plen a c on scie ncia e res– ponsaLili d ,v'o <los sn1s ;, ct os. -O tratam,•nto familiai· qu o n os dispensavam, n11•st res fl condiscipn– lus. fez -nos po r(•m, o lviclar os t em ,l'i cal'inhos ele nossa p r ime ira famil ia. E a ss im du ra n te (orl o o curso. - J;'i S<'ÍS :,n nos se foram passa– elos em 1ir•lic ioso con d vi o com os Irmãos Mari~tas, Pssas co l 1 11nnas vi– ,·as cio mo1wmPnto do sabe r que é <'St e Coll egio. So is gH ·açõ es de rst 1Hl an lcs n ús Yimos sahi r, daqui pa ra as agrn ras de um munilo d cmasiada::ient e pe– qu eno para conter as suas amb ições e sonhos de gloria. - C'l'nte nas de alnmnos cnt1·aram (' <.ahi1 am c!Ps(a c o:-mopolis• do almas jo\'(rn s, emquanto nós, os da , elha guarda aqui no :-5 cor, sc n ·a111os. - .Julgavamos nm 1,:1c l'il 0g:o , um ,·Pnlarf Piro attrnf ado ront,ra torla s a s l<'i s da g- rati rlflo. o nos so par:ir – mo s 1•m m c: in caminlt" , daqu r ll <' ~ qtw 11 0s gu ia ram os priurr·iro s pa s – so-: na f'"t!·,ula ,·r1·tl c•j,111t P q11 e atra – , •ps ,;a us pradu~ floridos da verdade o d a F1>. -FinaJmPnb', a pós f iio longa ,•ia- r

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0