Vitória Régia - Março 1936
VICTORl f\ REGI/\ 11 la nçar n ossa alma n o ca 111i nho <lo Lem e <h \·· r t tide para n:lo ing r Ps– <la n no:; n a trilha. t e ntad o ra d o Ppi– <" Uri s mo e do mate rialismo s cicnti– fico . Como as cr<>anças, somen te llllJ.L rnl:n· ,·a po,t emos uallrn cia1· com mei– gui1 " : g ratidão. \'amos p:.rtir e ,· amos YOS ,J eixar, n ão atraz, mas sim na nossa frent e c1) rno uma bandeira, qu 3 t e r,1 como h •gp,11la : DEUS, P .-\TRL\ e F ,-l'1ILU. Carissimos Collegas N'iio 6 jus to que anirs do partir– mos deix emos ::s nos s as amLmtl es étí:lstacl:is, sem dize rmos que ellas continuarão para s e 111pre. Os luminares da scie ncia nos al1rP111 caminho po1· todos os lados . Todos nús, amanhã PnfrPntarpmos uma no,·a vi ,la, mais ,lifficil o não t-gual a. rss a quo t erminamos. • .\s alegrias sito muitas vei es prin c ipias d e noss as dores ». Por is to, elev emos srmpre pensar no brilh a nt e passa<lo qu e obtivemos ti os p rin cipios ,Jc noss os prime iros m es · t res. Ouvirem o:ii palan·as <l e outros bn– tos qne, nos ens fnarão a r oa li ,lad e pura tJ luctarão para fa1. e r-nos crê r aquillo ,1u e tliz. 0111 c rPr. E n e.5sa horn é qu e 110s d e,,e nws dernon s trnr a. n 0ssa crPn<;a o o culto elevado tlo ca thol ic i~mo. Si caminhan11 os com id éas sã s de . ...... •·••· .. •·•. •··• ...... ,, ,, , ............. ,., ..... ,, .. ·• ■ • 1 • · 1 , , , , 1 f ■ •· 1 ... 1 ·• • • 1 ·• t 1 1 ...., 1 1 1 1 1 t I t t 1 ■ 1 t I t 1 ~ A dôr é aqu e ll o ag nilh;io do ouro qu e n;'l o p~r111il t o no s detf'nh a– mos na s cou s as da tt " '!'ª para 111 0 11- d iga r coni:;o lar; í'írs e plt eme1·a -,, mas , SP lll cessar, no s ill)J)(' l! P para n. pa– tria colos t e on dP, nos sr> us ete rno ;-; ex pl end o res goz«remos al eg ri as in o– Ia\' eis. P. André Ecllrco11 i n :r1Iade iros pa tri otas, t a lve z ul t ra– passemos em grandeza , este immen– • o Uras il , quB hoje é tão pequeno na r ese rva de pa;r,, tranquilidade e harmonia. Port a nto, ma.i s um a ,·ez, pec;.o-lhes qu e sig ana sempro com fervoroso amõ,·, implantado por toda a Patria o precios o g e rmem da RELIGIÃO. --------· .. ··•------ Dia de eleiçao Faz- se a channda dos el eitorei) e ntre os qua es PSLá um de nome Brnedi cto \'i ctol'i o da Assrnn pção. E no intuito d e impor-s e aos pre– sr>nt es, o empregado pul.ilico l ê c0m emphn se: -Be necliquito \'iquitorio da. As- sumpição. ... - Pro111 pito-re.-. pondo s em pes ta– n ejai· o Be nedi c to. T HEODORO ROTI1EL, poeta bré– tão, citado como t ostemunh c. num trihun,,1 , n :1G vendo o c1·uxifb:o, r ec t1 s o11- se em levant:w a mllo pai a jurar, mas cullo cancio-a com fi rm eza sobre o peito di sse :- Ao men,,s aqui Deus es l,L E fez seu juramento. Caprichos de pendula Ao r elojo eiro Yem um a se nh or a com a pcndul a <l e nm r elogio de parrll r. - :\linha se nhora-diz o relojoeiro q11 or t•1Hlo qu o fa ça o co n cer t o, t em quo traze r -mo o relog- io. - '.\I:. s o r elogi o estú bom, res pon– deu a fre:; uoza, somente es ta pen – (lul a í_, que fica pa rada a t oda a hora .
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