Vitória Régia - Março 1936

• 10 VICTORifi · F\EC!f\ Queridos Paes In g lori;-i!< l11ctas que não nos fo– r;-irn conhecidas formaram o rosariJ immenso dos Yossos torm entos mo– r;1cs; com sacrificios incalculaveis, YOS abates t es por nús, que parec ia.– mos mais ser uns bemfe!lores d e tJdos os t empos; dJ quf\ uns sim– ples e sinceros fi!hos. Porém, reco– nh ecemos que d esempenhamos, um papel de est.n1ctura nobre em vez cb sermos un s rn e rns sep '. os mal colori,los, diante de vossa pess oa sngrarla. Con fessa mo-vos que no nosso prirneiro ilinPrario da vida, fomos crueis e mesmo até est udantes e fi– lhos qne se faz em orgulhar, como um lapis no meio de uma perspecti– va maravilhosa. Agora, aqui, na vossa frente, es– Lan_ios iiús offerecen<lo-,·os o nosso pouco esfor ço do passado e os an– seios pàra uma lucta ardua que ire– mo~ travar no futuro. Estamos aspirando a adolesconcia com os hombros e r ectos, enfrentan– do. lado a lado d e hombros que nos apresenta o mundo do d es tino. Si fúr preciso co mlfate rmos, não num papel de um Dante im aginario, mas· sim como testes ele tentativas sah·ado ras, para pagar-vos os ,·os– i-os preciosos esforços feitos outrora poi- nós. Participaremos de todas as ,, venturas de uma vida desconheci- ••, 011r1111111o111t11111111111111 fll li 11111 n 1 , , , 1 1 • , 1 1 1 , , , 1 , 1 •, 1 , , ., .. 1 , , , , , 1 • • 1 ,. 1 • • • 1 , •• S EGUNDO as doutrinas <lo E,·an– g<'lho, a igual1lade dos homens con :si:;tl' em quo todos são d olatlo:-i da mesma 11atm·éza, chnmatlos á liH'S111a e eminente dignirlado tle ii– Jl1os ,1 r Deus, o .i1ue tendo todos o me :3 1110 fim, cada um SPrú j ulgado pel.L mesma foi e receu(:dL o casti– go Ull a l'OCOlllpc nsa (Jll0 IIJNOCCI', L r<io XI l l rla O co11srg11irPmo:- accender as lu– zes dos n eg l'os hol'iz o11t cs, pal'a cl a l'– \'O p1·o vas do amo l' d e um \' Ol'd:1- deiro filho que os ama, adol'a e re- conhece. - Sejam quaes forem os trans 3 por que passaremos e todos os 11, :; – pas qu e nos apresentai em man eh·.-: placidas, sempl'e erguidos marcha rA mos até exgoUar o ultimo ~sfor,;o do noss o col'po, da nossa Yida in– teira, qu e é t.;da ,·o ~s a. Vós nos fiz estL•S e somos npona<i pó diant e dos entes qu e ridos qu o tanto amamos . Hl'Jj e, dia supremo, em qu e t e r– minamos a prime ira phas e da nos:sa vida estudantina, 0Her ccen10-,·os com amor. nm sorriso ll e alegria since r.L moldurado de lagrimas que farão pul::ar do topo <los vossos cora<;õos, um prazer cheio 1le ,•xul>e ranto nf– focto, tliant e da pequenez i11c01i1111en– suravel do nosso galardão ! Ficamos apenas tr:stonhos, por não pod e rmos ter palavras qno ~a• il\m dos no~sos inti111os, expl'i111inllo lllll'.\ gratidão. Perdôae-nos mais uma vez, pe lo IJem ponco que fiz e mos em rela– ção áquillo qua do,·emos .. . Caros Mestres Eis, finalmente, ter111inatla como um occaso esplendoroso, n. vossa in– cumbencia in c lu s a noR ensinamen– tos da sabe t.loria e e.la donlrina. purn elo Jesus. Por lanto t empo gosamos d e Yos– sa amena con\'Í\'C'JJcia, durant e tan– tos annos r eceho n1 os esta scnwnte 1la. seif'ncia o da r e li gião, que ma is tarJo spmpn.i n 1 >s orgulharemos o nunca l'S(tl1C'Ceromos. 'l'ilo g rand e foi o ó a nmizade que yós 111 s cleclicaes e a justeza nos vo~·sos con~PlhoB, ,que é obvio não ilP:-,memoriar durante o resto da no~sa Pxistfmcia. Nos corrigi ' tes r aconsrlhastrs a

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