Vitória Régia - Março 1936
VICTOR!f\ REG!f\ 7 : , • , , • , • t t 1 • ..• • , -, , t rt 1 • • • • 1 , ' ; ' • ··• •• • • 1 t 1 1 • - •: i "'' 1 .. . , . 1 1 • •,. t t t t t t I O 1 •• • 1 t t ":. 1 1 1 1 1 1 • . • , • . ..: 1 • • • 1 . ... f 1 1 ,, 1 1 ,, ; . .... .. · - • • •• 1 1; 1 1 f 1 1 1 1 1 •• • , ,, 1 111·1 1 1 1 t 1 1 1 1 J I t Sessão so lene de Fonnaütra dos Hu1nani st as e Contadores pelo Instituto en1 1935 ~ ~ ,a 111 1 ■• t 11.11•■ 1 f • t 1 111 Il i; 1 t , 111 t t t 1' 1"11t11 l tl I t! I I t t•t ,1 t n t t! I t t I t •t t 11tt t 11t t rt111•:1111111 t •I 111t- t11 1• Discurso do Exmo. Snr. Paran info, · Dr. Samuel da Gama Mac-Dowell · ~ . I l 1f t .. t 1ol I l " I 1kt f ,,. 1 11 f " l l.1<.I t ..t .. l at t ,.111 l t'l ,.11 1 111 <11..I LI III III I 1 1 III 1 ,1 .. ~ i, ão é poss iv el t ran sc l'e ve r, na in- 1Pg ra , a n ol a ve) peça o ratoria do Exmo Snl'. Pa l':in info, D1·. Samu el ela Gama .\l ac-Dowe ll , pois s ua Ex ca. pro nu nciou- a d e im prov iso, d eleita n– do os on\'in t <:s, du ra n te quasi um a h o ra, cem os prim or es de s e :, pr n- 1-a 111 en to pro fund o e Lrilha11 te, com a c:1<lc 11 cia ,·ag-aros a. d e s ua fra s e a•n p la o t' llf• ia do ma ges tn <l e. Rr:-11 a-nos ape nas g 11 ard ar como lc1 11 b rnJl(;a ,l aq ue ia. no,·a o memora– ,.,, , Orar;flo aos :\toc;-os • d este n o,·o Huy, um a sinll'se, um plano, qu e é ;ip1 •1rns (1 arca ho111;0 d a magnifi ca JH'~·a 01·atoria, com q ur fi cou marca– da a fo rm a( u rn d os Hum ani s t as e Couta bili st;i s do In stit u t o f\'o ss a t-:; o– n lt or:-1. do Naza rct h <->m 1935. i\US in t e rs ticio s des tas id1~as -m r s – ira s , qu anta joia pí' n licla, quanto fu lg or d o exp r rssé1o qu e j ,J1·1·o u s ob re a s alma s e qu e a memori a g 11 anla , a pe n as, n o s ubco nci cn te. e11\'ô lto na r11crma1:ão d aq uela n oite d e despe– d i,las, d e emo,;ões, d e pa lmas e de I Ui\ ! Prin cipia. S. Exca. .t!!'t'adecf'n<lo. po 1· 111 od o cava l heir<' -: co, ns exp1·cs~ s ôes g-<•nti~,-just iss imas a li:ís,- com <1 110 s o r e frrirnm :i s ua il n:-1tro IH'S· s ôa o Rov. Irmão H1· ito1· e os ora– clorPs que o sauclaram. :\ g r a d r <:,•11 1!0· a~, re tl'ibui11 S. E,ta. com g rntil cza igua l, r e ferindo- s e p)og-ios am cnto :í. oura el os Irmãos :\Iari sL:1s no Par;'t e n onlras pnrlt•s do Brnsil , e cn a l– tece ntlo o talento promc l etlor d os jove ns Ol'ad o res que haYi a rn fa L1tl o a n tes d êlo. Refe rind o-se :í s pal avras com qu e o Re ,·. Irmã o Re it o r enca r ecia aos humanist as a !J on 1·a qu e lh es ndvi– nh a de t e r r m co rno paran info um • dos ,,nl tus m ais em d estaqu e no Es– t a d o ci o Pará, qui çá n o Br a~i l i ntei– r o, t an t o pe lo sabe r pro fi ssion íl.l tlo jurist a como pelo tact,o o con ciencia do i: oli tico, o Exm o. P a r nn info r es – pond eu; alu d ind o rnodrstam ent e ,ís d ifir. ul clacl es S (;•m con t a e r rspo nsa– bilidadrs onProsas com as q uai s l e ve d e d ofron:a l'-se n esta ul ti ma fn:-:!i <l c su:.L alí\'id ade á qual so alirnu ape nas com a ambi çito de t orn a r -se m ais u Li l :í. l'alri a e ao Estado. AJH'o ,·eitan clo de um a r efe r en cia qu o o Rev. Irmão Reito r fize r n. ao ab ril· a sessão, citantlo aos jon:n s d iplo 111 ;111rl os a s pala n as d o .Apos – t o lo: • Vir,i, um t empo em q ue os h omens nã o m ais s upor tar ão a s:i. dout rin a . .. e fr ch a rão os ouvidos :í ,·r1·cl a rle para os al.J ri r ás fab ul as, .. . • (Ti m. II )- , S. Exca. demo rou-se n es – sas pala v ras mostr and o-lhes a apli– cai;ão parl icul a l' aos t empos atuais o co n cit ou os jovens a s e r c·m fi eis ao ens in o d a S. Igreja. Catoli ca r e – C<'iJido 110s bancos do Co log io qne (•lfls ia 111 1lt>ixa1· e a se ;n·eca.vor cm com a s ideo logias mocJ c rnas, Yerda· cl c iras fúhuh,s, r m face da r e alidade dn p:t7. o de feli <"i cl.ule 1n·econi :rnd a. pr' la doutrina in faliv r, l da Ig rej a. d e D~us. Ern s eguida, com nm ontus ias mo novo cm que s e Jh o o o t ava a s im- •
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