Vitória Régia - Março 1936

6 VICTORif\ REGif\ ;·•··•~·••:■1:■.1r.1■uanr1nr■,.■nl'tl■n■u..,.,·-...--..-·-r.1 .. •r.1•,.., • r.:r•rt■ ,.io, .. r>m• ,, •• ,t; ■' ,,., • •• •• •• • • .... , • , '"' • 1., JI!., ._ Y- 1 • • 1 1 • t 1 1 1 1 1 11.1<11 • 1a,,1 1] • . VlCTORif\ REC i f\ i ~ :: ~ ; •··•·-·· ■.11•,1 .... .... ■:.■, 1 • 1 · ~• • z~ ...-~. 1 I' r r .. ..(_. .... 1 •• 1 1 ■.Jcl .. l 1 •••• 1 f • l>J■ ·• ,• ••• • f • 1 ••• 1 • 1 1 • 1; • •••• .,.•••••, · • . .. . ... 1 • -.N. Edição de 1935 ~ .,.; ..........'ff!I.,-.,ae--~• ..., ■ •• ........ _r ••·•· ■~■ ■• • ■ .,,.,.•., •• • L , , , .. t • , , • ~. 1 ; Conceitos que agradecemos e que muito nos incentivam "Folha do Norte" Publicações-24-2-35 - O Institllto de N. S. de ~azarelh publica, todos os annos, uma excellen te revis ta, em que vem coordenando todo o movimento do . collegio no decurso do anno lectivo. Essa publicação se faz reguh1r– rnente ha seis annos e incluindo dois numeros extraordinmios, jú conta oito di s tribuídos. A revista cios Irmãos ::\1aristas chama-se VICTORIA REGIA, é im– pressa cm hom pape l e profusa– mente illustradc1. O numero agora publicado traz informações gemes do collegio, ,tlgumas paginéls littc– rarias, r et ratos de alumnos que tcnninar,1111 a curso de huma11idade, offerecendo tudo leitura é\gradavel. "0 Estado do Pará" J,ii-ros, Revistas e Jornar>s-23-2-35 -VICTUitIA ItEGIA-Vi"sitou-nos hontem, mais um m1m,•ro, o 8. 0 , da lwm feita n-' vista Y[CTOTIIA nE– <;IA, o rgi"io do Gr<'mio Litt<·ra rio D. .\ntonio d<• ~[ac·c,do Costa, do In s – tituto N. S. de Nazarcth. nc·vi~ta lJt'm dirígida . com optimo serviço d<' clichPria <' nilida imf)rl's– sfto. r<'Í<'rta ck v;iri,1da ,, ,1ttralwnt<' f·ol lahora<;ão, \ -ICTOHJt\ rn•:(,rt\, t; uma é.tffirmaç:10 do valor da mo– ridad<' esturl;111tina daqur•llr- ~randl' cduc:andario paraf'nsc. "A Palavra" 2-t-2-35- A YICTORIA REG I. \ (numero VIII) do col legio dos ~la– ristas, apresenta-se linda, como a ílôr do mesmo nome que, so lJre a supcrficic dos lagos. em noites c,il– mas, deita aos poucos suas !Jranc;1s pctah.1s sobre as agu~1s. :t\Iap;nific.1- mente ill ustra d a. vem r"ica de arti– gos litterarios e <·statisfü·;1s inten·~– san tes. DC'S<"jamos longa vúla ú R<'– vista que j,'t conla sf'is annos. , .... ..... ...... ... , ... .. ...... ....... ...... ... .. .. . ,. 1 .. 1 1 t I t 1 ..... t 1 1 1 1 1 1 .o. 1 1 1 1 1 1 1 .. 1 1 .. 1 t 1 1 1 1 1 1 t 1 1 .. Processo internacional Ko di s tricto britanico de Ch,mµ:,ii, China, um cid,1düo r:. T . 1\ pirodis. inscrito no consul;1do itali,\Jlo, de nacion;tlidél<le gr<'g,1, porl'm nasc ido na Turquia. foi citado pnantc um tril1llnal ingl<'I'., fllnccinnando na Cliin,1. .,\mparOll-s,· pma a d<'f<'za d<' 11111 advogado anwric,1110 a~s isti– do ,J,, um intrrpretc· russo. O ho- 1111•,n 1-ra a<'ll<;,1dn ,t<- kr fal,ricado ill<-g,tlmr·nU· \\'i.ski , ,cor<'% com ,tl– cocil j:1pqnez infringindo na;-; itiqtw– tas cln , ·, 1s illwnw o nnnw de uma rli sti lmia fran('('Zél. J {

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