Vitória Régia - Janeiro 1932
,r A desordem Um cégo, analysando uma pintura, A um surdo disse (baixo)-Não stá bôa Um mudo, que era o auctor, com isto asôa, E logo, em alta voz, vingar-se jura. Vem um doido, e com falas de brandura, Tenta a bulha acabar; eis lo 5o sôa, Bofetada sem mão que tudo atrôa, E começa maior desenvoltura. Ao ouvir tal barulho e vituperio, Entrevado, que ha annos não bulia , Os corre a ponta-pés pr'o cemiterio Eis surge um regedor que alli jazia E reassumindo o antigo ministerio, Praça lh es faz sentar na infanteria ! ( DO ALMANACH LUSO BRASI LEIRO, 1863 ) ................... .... e- 29 A's 12 h0ras rea li-;ou-se o banqu ete offerecido pelos cont adorandos aos se• •s mestres, paranymphos e coilegas dos outros cursos. D~zem!n·o-Dia 1-Sob a in specção do fisc al fed eral junto a rs te ln stitut'O ini ciam-se os exames fin aes do pre– sente anno lectivo para os alumnos do curso se riado. Dia 3 - Pelo "Santos" chegou do sul o Rev dJ. Irmão Alberto Thibon Provi ncial dos Irmão s Maristas e o Irmão P,;:d ro de Alcantara qu e vem reforça r com a sua efficiente operos i– dade o corpo docente deste Institu to. E' membro da Congregação dos Ir– mãos "v\aristas e ve1u tran sfe rido do Oymnas io da Victo ria na Ba hi a onde exercia as funçõe s de secre tar io. Dia 2-0 Exmo. Sr Interventor em r.' uma visita inesperada vem verificar a norma lidade com que se effectuam as provas dos exames finaes. Dia 5 - A's 6 ho ras da tarde en– trega suavemente sua alma ao Crea– ctor o distincto Contador Francisco
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