Vitória Régia - Janeiro 1932
6 .Vido,z:,ia. @t,z g, ia. 9 'i:'li:,, ,:, .;,, ~;,,,_.,, . , ., ,. ,,; ,,. 'l,1,✓,,_~,,,_.,,, ..,, ,,_, que a minha fraca eloquencia se trans– forme, se afine e se avigore, afim de que e11 possa , pelo menos, me appro– ximar do elevado motivo que hoje nos congrega Que os Irmãos Maristas me per– doem as fal- tas , já que não auscu !taram as minhas pos– ses ora torias, quando me impuzeram a grande honra de discursar n es td occa– sião. Senhnres, é bem um dia de regosijo, é b!m um dia de vibrantes enthusiasmos ei;te, em que elevamos con– e reta m r: n te Christo ao so– lto da nossa nacionalida– de, :io throno da nossa fé tatua propriamente dita, sendo o res– tante a blse do monumento . Christo é representado com os braços aber– tos horizontalmente, medindo-se 30 metros de uma a outra mão; tendo o cimo do Corcovado apenas 14 metros de largura, quer isso dizer que os braços ultrapassam 8 metros do cume da mon– tanha. E' Jesus que se passou do alto do 061- gotha para o cume do mon– te brasileiro, para ver de perto as nos– s;:is necessida– d r s, para sal– var o povo do Co reovado, como salvou as populações do Calv<lrio. Uma cruz domina a gar– hnsa bahia do Guanabara. E' Jesus Rei que esten 1e os braços pata a immensidade LEMBRANÇA DA MANIFESTAÇÃO DE 12 DE OUTUBRO E' o atalaia sobranceiro, sempre vigi– lante contra a entrada de to– da a iniquida– de E' a me– lhor fortaleza do nosso lit– toral-a mais de territorio que d'ali se descortina. t.' Jesus Redemptor que d'aqu ella al– tura abençoa todo o nosso Brasil. E' a eslatua de Christo, a maior no mundo inteiro, 4ue se o<.tenta em toda a sua imponente bellPza a 700 metros acima do mar Essa im::igem mede cerca de 40 mc!tros de altura, trinta dos quaes serão constituidos pela es- ef!icienle dentre as mai ores muralhas mundiaes, mais utilitarias que as for– tificações de Liége, mais inexpugnavel que os fortes de Siracusa, Troia, Veios e Carthago. E a nossa natureza, senhore-s, com o pipilar d;is suas aves, com o ma– rulhar das suas ondas, com o esca– choar das suas cascatas e com o ful– gor dos seus astrcs, veste-se hoje
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