Revista commercial do Pará Junho - 1919

\ r - 30 DE J UN H O DE 1 9 19 - 17 Exportação de CASTANHAS pelo porto de Belém nos annos de 1918 e 1919 Do PARÁ em HECT. Do AMAZONAS em HECT. li TOTAES MEZES 1 EUROPA AMERICA EUROPA AMERICA EM HECTOUTROS 1918 1919 1918 1 1919 1918 1919 1918 1919 1918 1919 1 Janeiro - - 439 1779 . - - 15 - li 454 1779 fevereiro - 3742 181 7 - 1 - 13402 352 19238 21 69 36382 Março 3847 16441 11971 . 62859 - - 2550 35529 11 18368 114829 Abril - 11822 10674 36086 3905 27303 2191 62857 16770 13806 Maio 1891 7519 18797 26304 5561 29985 5000 425 6 31 249 106394 J un ho 3751 200 - 16622 4190 2900 - 33483 li 7941 53205 Julho 1180 - - - 1 - - - - 1180 - Agosto 2364 - 10956 - - - 17168 - 1 30488 - Setembro - - 5732 - - - - - 5732 - Outubro - - - - - - - 1 - - - Novembro - . - - - li - - - - - - li Dezembro 4794 - 1425 - - - 6219 - 17827 39724 6 1811 143650 :1 13656 1 73590 27276 193693 120570 "450657 336.704 hect. { Anno 1914 ... ... . TOTAES EXPORTADOS ,, 1915 . .. . . . . 143.058 ,, ,, 1918 . .. .. . . 329.934 hetc. 1 Anno 1917 . . . . .. . 144.21 8 450.657 ,, cu .e CJ cu '- '- o CQ ~ ::i cu CJ t'd u .. "' cu .e e cu - "' ~ u ~ "'C o ·~ V> cu - '- o e. >< UJ ,, 1916 . • .. ... 199.536 ,, · ,, 19í 9 ( 6 mezes) Obse, vações - Em 191 8 sahiram mais 18.743 para o Rio ; 814 para Buenos Ayres; 150 para Montevideo ; do Pará. 00 < - OI ::i - CIS u.i '<:f' "' o - OI ~ - "' ~ o. 'ti o "'C o ·e ~ e. o e IIJ CIS e o N CIS E < o. o O::' ::, UJ < "' L, ~ "' o. -cu ... CIS e. o 'ti -- Ul o z z < Do Amazonas para o Rio 3.881 hectoli tros. Na exportação de 1916 não estão incluidos 60.170 ouriços. 00 :1 r-- 00 00 -st' < 00 - l.l") 00 :e "<t' - 00 l.l") :z:--' "<t' 00 - C"") < u 11 1- "' °' 10 N °' 00 .e - - N < ü ' 1 ::, C"") 00 °' 10 < .,; l.l") °' C"") .o u e: 00 .... 00 N < .E - - u < :e 10 °' "<t' C"") u ~ 00 - 00 - < 10 l.l") C"") "<t' e:: a - N C"") "<t' e::- N N N N o IXl V) r· < r- o r- o :e 1 "<t' "<t' r-- °' z--' "<t' °' N .... < ~ l.l") "<t' r- C"") 1- .e 1 C"") r- r- -.:1' "' ' .... < u ::, o r-- l.l") 10 < .,; l.l") N r- N u e: 00 o "<t' -.:1' < .E N C"") N C"") u < :e 00 '° N r- u . C"") 00 N .... < ::':! o - '° li') e:: a '° li') - N e:: - - - - - o IXl = ' 1 "<t' l.l") 10 r- - - - - o, o, o, o, - - - - r-- C"") 00 "<t' o N °' r-- 00 C"") C"") N 10 :"') °' r-- -- l.l") - l.l") .... 10 '° C"") o N - 00 "<t' C"") - "<t' C"") - C"") C"") - - "<t' °' "<t' r- r-- l.l") N 00 N C"") C"") li') - li') r-- - - I! i ~ 00 °' .... - o, o, - - COUROS A guerra creou uma situação toda especial para o me rcado de couros. Controlado desde o começo da conflagração por todos os paizes beligerantes, p assaram a sequestrar para as fa bricas de calçados officialisadas, a. 111ateria prima que as devia supprir para fo rnecerem as tropas mobilisadas no total de alg uns milh ões de homens. Disso res ultou a fa lta de cabe lal para cons11 110 das fabricas que 'forneciam os civis, surg indo assim o s succedaneos de toda especie dtsde a pa lh a, a madeira, papelão, papel, misturas de borracha • serv ida • ( reclamade) até os preparados de serragens com oleos e outras substancias qu e podessem servii· de sola. Mas, tambem a g uerra exigio maior consumo de carne e, consequentemente, resultou augmento de produ cção de couros , evitando grand es altas nos preços. com supprimenlo sa tisfact o– rio, permittindo aind a fazerem stocks. H oje vão ser entregues ao consumo ~ m só os_saldos desses .,.~ , desmobilisação co rn o a prod uc ao d e q11e $e stoc=, apos a • . · d consumidor civil restabelecendo-se a 11or111 ah- achava priva o o • . e os su1, 1,1i111entos dos mercados co111111erc1aes. dade do consumo . _ N l I Ol ·s se fazem essas duas trans1çoes sem grandes o ave, p , d .fi _ s dos mercados por medidas artificiaes. mo I caçoe ' Ambas impedindo, da primeira vez, q11 e os preços subissem g crci·adamente e d a segunda que desça d esmedidamente . exa "' , Dessa fórma não tem h av id o dentro d os quatro annos que

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