Revista commercial do Pará Julho - 1917

,) 2.º SEMESTRE DE 1917 E STADO H A MUITO estacionou a nossa producção de borracha. Depen- dentes dos mercados consumidores, só na melhora do preço do producto ou na differe nça do cambio temos encontrado maio r resultado a nossa economia interna, cousas aliás em qu e não in– tervimos di recta nem indi rectamente. Comtudo a nossa producção d e ce reaes e ge neros para con– sumo se tem intensificado; não com a celerid.ade qu e fôra para de– sejar e exigido pela necess id ade premente, porem, com accentu ados visos de permanenci a. O arroz, o milho, o feij ão, qu e pesam enormemente nas nos– sas compras, surgem animacl orame nte na nossa prod ucção, espe– cialme nte da E. f . de B., de onde provieram, respecti vamente k. 41 3.000 em 1914, 1.000.000 k. em 191 5, 1.100.000 k. em .) 916, para o primeiro; 1.800.000 k. em 1914, 3.600.000 k. em 1915 e 5.200.000 k– em 1916, para o segundo; e cerca de 300.000 k. por ann o para o terceiro. · As frucras lambem teem vindo ao mercado abund antemente e a produ cção d e farin ha de mand ioca. daq uell a procedencia já ex– cede a 15.000.000 de ki los annu almen te. Financeirame nte, se não temos melhorado, ao menos já se sabe qu anto devemos ... A divida extern a do Estado é de f 3.029.300; a di vida interna conso lidada ( a 5 e 8 % ) é de Rs. 8.008.600$, e a divida fluctu ante se eleva a 17.097 contos, da q ual, mais de metade é devida ao func– cionalismo atrasado. Natu ralmente, cogita o gove rn o de consolidar a divid a fluctuan– te e nessa consolidação seria conve nie nte a uni formisação de juros, pois, o Estado não pode arca r com juros de 8 O/o. Algo de melhor tem sido as ~eceitas, pa rece nd o qu e devido a maior escrn pul o na arrecadação e mais rigorosa fiscalisação, pois, não fora m creados novos impostos nem a prod ucção tanto aug– mentou. Abaixo offerecemos dive rsos qu adros estatisticos qu e melhor orientará o leitor. O orçame nto da Receita arrecadada e Despeza verifi cada ( des– pendida ) tem sido nos annos abaixo como segue ( a unidade é conto de reis ) : Receita Despesa Defici ts Saldos. 1913 911 9 13452 4333 1914 8188 13193 5005 1915 1916 9303 11 224 12 150 10865 ------ 2847 359 Não temos ainda algarismos de 1917 para este numero da Revista sinão os que seguem : DO r.... .,... °' .,... Q) "O LLl ~ (– (J) LLl ~ LLl (J) o • .,... o e o o < (- (J) LLl o "O (J) < o z LLJ ~ ., -a o !– z o ~ .... r..i Q < Q z ;:) < PARÁ X X = > > = Ul UJ < f- 0 f- . :; e. ,., e. ::,. < "' .., "' " ::, ... < a:i u.: u.i vi ó.. ~ o .:: õ.. Ul UJ N UJ < "' .2 .; Ul QO .,., i- .,., '° "' 00 OOlf") º~OO M -0000-0000..C, õ 00 ~ <> M ~ N ir,-.ro-t- :-: a:. -,. ac:: l!")NO-N0-0- \0 r- 00 ,o lf") lf") "' °' oo°'~°'-00 OON0-001-N l!")l.l")M-.rl.l")'St ~ t– oo 00 .,., "' N ., i– M M "'T ~ 00 o "'T M .,., '"' N i- "' 1 M o o M 17 J. J. GUED ES . DA e OS T rl TEM FRl'IÇO TELEORAPHICO ESPECIAL no INTFR.IOR. F no EXTERIOR U a ?S C~digos ~ - B, C. 5,a edc,, _ L,eber s, R1be1ro e Particulnres CORRETOR GERAL E AGENTE DE LEILOES , fundos PubHcos, Mercadorias e Navios CAIXA no CORREIO, 117 TELEGRAMJ\\A: 'GUEDES" TELEPHONE, 402 tscriptorio: Trav. Campos Salhzs, 2 - P?\1(1-l, Bfllcím ( Brazil)

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