Revista commercial do Pará - Janeiro de 1916

r 2 REVISTA ' COMMERCIAL DO PARÁ Sem gra nd es surtos de optimismo se póde dizer qu e entre nós .se está trabalhaODo e nova phase de vida e prosperidade se dese– nha nos horizontes longínquos da Amazonia. Repitamos, portanto, mais uma vez, como no nosso primeiro numero : • Laboremos, e o futuro será nosso •. L. e. COTAÇÕES da BOLSA- APOLICES federaes - uniform. · 5 ofo • 1903 -- port. . 5 % . 1909 - nom. . 5 % e 1911 . ' 5% 1915 . 5 0/o . emp. Boliviano -- nom. 3% Estado do Pará - ext. 1901 . 5 O/o 1907 . 5 º/u e . 1910 ' 5 O/o • int. 1913 . 5 % • . 1914 . 8% Municipio de Belém ext. 1905, 5% 1906. 5% . ~ 1912. -S O/o int. 1914. 5% ACÇÕES Banco do Pará.. Commercial . C redito Popular Comp. Pastoril Paraense. e Pará-E lectric - pret. - ord. - debent. Carvoeira da Amazonia Amazon Teleg raph. Madeira Mamo ré Rly.. Amazon River . Port of Pará -- pref. - ord , , - . 6% . 6% :JS% . 6 % . 5 1/2 . 5% Pará Pu blic Works . Mun icipality of Pará lmp. Oaz Paraense . 1000$ 850$. 1000$ 900$ 1000$ 830$ 1000$ 820$ 1000$ 840$ 1000$ 600$ .€20,50, 100 350$ 340$ • 325$ 1000$ 220$ 1000$ 400$ .ll20,60e100 300$ . 300$ « 250$ 1000s 350$ 100$ 65$ 100$ 80$ 100$ 10$ 50$ 8$ f 5 55 i 5 i 5 1000$ 100$ i 10 90 % i5 27 ¼ i 5 29 ¾ i 5 i 5 123º o 5 1 de Seguros Amazonia . . _ ' All iança. . .1_ j e Brasil Seg.ra ., - Commercial . - 100 1 30$ 100$ 40$ • Lealdade « Lloyd Parae.se Paraense . . -1 fah. Cerveja Paraensc . . . . 1 dcbentur s Su/ 11 10% 50 1 6 100$ 1 850$. 900$ 350$ 400$ (p.i50 ) 340$ 390$ ( . ) 325$ 380$ ( . ) 200$ 300$ - Nomin. - 300$ 350S (p . .260) 300$ 350$ ( . ) 250$ 350$ ( . ) 350S 400$ - 70$ 100$ 3$ 80$ 100s 4$ 10$ 25$ 1$ 8$ 15$ 55$ 80$ -1 - 100$ 500s l - 40$ 6$ 30 85$ 3$ 105$ - - - CAM 81 0 T ENDO começado o 2.o semestre de 1915 com a taxa de 12 5 /s elevou-se no correr do mez até 13 1 /s, tendo fe chado o mez de Julho a 12 11 /rn. Nova alta pareci a annunciada para o mez de Agosto que abriu a 12 ¾ , elevando-se até 12 7 /s, taxa _qu e se não poud e manter, de- clinando até 1 1 1 ª/J o a como fechou esse mez. ' Começamos Setembro com a taxa de 11 15/IG . Nova alta se annunci ou, registando-se 12d. até 12 5/10 de ond e voltou a 12d, fe– chando o mez a f2 1 /J n. Começou O utubro a 12 3/:,2 com a perspectiva de alfa . Reg istou-se, logo no dia 2, a taxa de 12 7/32 1 eleva ndo-se a 12 3 /e , d e onde não passou, fechando o mez a 12 ¼. A alta seria em Novembro. Ti vemos logo no dia 3 a abertu ra de 12 1 /c De novo fo mos até 12 3 /s para fechar o mez a 12 5 /32 , taxa esta de abertu ra para o mez de Dezembro que n· o a poude manter sinão entre 12 1/10 e 12d . o i esta a taxa corn qu e se iniciaram os negocios em 1916. Não se a poude manter. Declinou a 11 1/1, fec hando o mez de Janeiro a 11 ºh o firm e. Pois, a abertura no día 1 a e r evereiro foi a 11 '/2, elevando-se até 12d. no dia 15, de onde declinou a · 11 5 /s , fechando o mez 11 23 /32 estavel. , Emfim entre 11 e 12, chegamos em fim de Maio até 12 ½ , momentaneamente mas nun ca mais voltamos ás taxas de 13 ou ·13 1 /s de ond e ca himm, e nos despedimos talvez até . . . sa be Deus quan do! Sent imos não ter es paço para aqui publicar um diagram– ma do cambio por ond e se veria que baixamos methodica e grada– tivamente sem jámais atting ir, em cada alta, o ponto de partida. E assim, o peso dessa massa enorme de papel-moeda nos irá cada vez afund ando até o centro de gravidad e que nesse andar • procura um novo nivel •, como diz o Jornal do Commercio em seu RET ROSPECTO de 1915, diffici l de sa ber qu al será. TAXAS .de CAMBIO (médias) 1915 1916 - ~ -1 1 1 1 1 "' o .. ~ ; "' "' "" e: "' LONDRES >- ~ "' ~ 1 ] ~ m o. ·5 o.. "' co "' z: 1 o.. 1 :e --- 90 dias MEZES 90 di as Á VISTA ~ ~ - - - - 14 3 /t 6 Janeiro 1 11 21/32 4382 738 2970 1 • 20 660 825 13 1 /Jo Fevereiro 11 17/32 4440 743 3190 838 655 830 13 l/32 Março 11 11 /io 4375 732 3075 826 650- ~840 12 27/32 Abril 11 5/s 4380 733. 3000 840 650 836 12 •h o Maio 11 15/32 4366 725 2967 1 842 665 835 12 %2 Jun ho 12 5/32 4220 71 5 2880 845 665 835 BORRACHA S ERIA difficil !azer hoje v_aticinios so?re o futuro do commercio da borracha cui a perspectiva para nos é sobremodo inquietadora. Se é verd ade qu e o consumo cresceu de fórma a exceder todas as espectativas, tambem a prod ucção augmentou de fo rma assombrosa, Além d isso ha a qu estão de stoclls a serem verificados com exactidão, o que deso rienta ainda mais toda e qu alquer previsão. Em fins do anno p. p. dizia-se ser de mais do dobro dos an– nos anteriores, em egual data. É sabido que os all emães teem com– prado nos E. U. A. para 111ais de 6.000 tons que não figura 111 nas estatísticas e a producção do Oriente está s ndo cm dobro d anno para anno. A prod ucção mu ndia l foi rl e 160.000 tons em I() l 'i para

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