Revista commercial do Pará Janeiro - 1918

,. - 1.º DE JANEIRO DE 1918 - 19 EXPORTAÇÃO de ARROZ De JANEIRO a AGOSTO de 1917 'I 1 VALOR EM 1 PROCEDENCIAS 1 QUANT. EM KIL. CONTOSdeRs.1 i 1 Manáos -~ 29250 17 1 Pará .1 681 - Maranhão 75452 37 Ceará. 2000 1 Rio de Janeiro 3465130 1900 Santos 17552115 9698 S. Francisco .'! 271127 100 Florianopolis .:1 ,1 2500 1 Rio Grande do Sul. ., 7651828 4171 ! 1 ~l 15925 11 · li 30050083 . 1 Segue-se que havemos de todos fazer o que fez a Allema– nha. Para isso é necessario a creação de escolas como de Leipzig, theorico e pratico, com vastos escriptorios, com differen– tes ramos de negocio, para ensinamentos varios com explica– dores prelecionistas especiaes e viajantes pelas cidades e portos mais importantes, abstendo-nos da mania Européa . . . Em 1857 se fundou no Japão a primeira escola pratica desse genero com o conhecimento das linguas vivas como base primordial da instrucção adoptada nesse estabelecimento, e o ensino profissional, arithmetico, caligraphia e contabilidade. O corpo docente se compunha de cinco professores estran– geiros: um norte americano, dois inglezes e dois belgas. As despesas a principio feitas pelas municipalidades, passaram depois a Camara de Commercio, e em seguida ao Ministerio da Agricultura e por fim ao Ministerio da Instrucção Publica. Essa escola se rviu de typo a muitas outras largamen te dis– seminadas no paiz pela iniciativa particular. Dentro em pouco funccionavam mais de 50 escolas em Tokio, Kobe, Nagoya e Waseda. Perseverantes, collocavam-se em um balcão, em um Banco ; viajavam, compravam vendiam fazendo cação, a sua politica ~ommerci;I. dahi nascer, pela edu- Muitos dahi passaram ás escolas superiores de Tokio, visi– tando depois Paris, Londres, Anvers, Hamburgo, Berlim. Dahi o vôo do Japão aos mercados europeus americanos e australianos, e o resultado ahi está . . . ' _ A pr~ncipal razão do resultado obtido pelo commercio alle– mao cons1s~e na harmonia do industrial com O negociante. ~ fabnc_ante, ~om casa importadora e exportadora a dirigir, techmca e hnance1ramente, raras vezes dispõe de fórças e capi– taes para ir em busca dos mercados quasi sempre afastados, faltando-lhes muita vez conhecimentos sufficientes e experiencia para se abalançar a exportações longínquas. Para isso intervem o commissario e o Banco. A organisação commercial de exportação começa pelo es– tudo do paiz a que se dirige que, ordinariamente, o chefe da 1 VALOR EM DESTINOS QUANT. EM KIL. CONTOSdeRS. Argentina 10436497 5299 Bolivia 681 - Colombia 450 - Cuba. 151800 84 E. U. A. 17700 8 França 16314338 9087 Inglaterra 89989 45 ltalia 290 - Perú 28800 17 Portugal. 1 1442 1 Uruguay. ·t -3008096 1384 - 3005083 · 15925 I' li firma ou a u xi Ii a r conhece pessoalmente, sabendo-lhe a fun– do a lingua, costumes, situação economica e as suas necessi– dades. Depois se trata de saber do seu consumo e como regular as despesas de venda, a que os proprios governos não se dei– xam ficar estranho, com organisações officiaes ou semi-officiaes para informações e estabelecer o contacto com os productores e compradores, fornecendo relatorios como os publicados no Handels Archiv, para o Commercio e Industrias, pelos peritos addidos commerciaes que trabalham nos consulados. _ Para isso as suas escolas de commercio hoje abrangem estudos agrarios, economia política, seguros, historia do com– mercio, geographia commercial, direito civil e commercial, leis regulares de cambio marítimo e de seguros, legislação social, protecção industrial, physica, chimica, hygiene industrial,_ pa~ti– das dobradas de escripturação mercanti l, corresponden~1a, . hn– guas inglesa, franceza, hespanhola, italiana, russa, alie-ma, Insto– ria da arte e ela litteratura, philosophia e sciencias. Esses estudantes sahiam em turmas de centenas a percorrer Hamburgo, Rotterdam, Amsterdam, Lisboa, Tanger, Marselha e outros portos commerciaes do Mediterraneo. Eis a chave do segredo que todos hoje querem imitar · · · Mas, isso não se improvisa. , • entre nós o Banco Mer- = Esta prestes a encetar negocios . . ( American Mercantile Bank cantil Americano do Brasil, lncorp. f·t· em frança . , N York e I iaes ' of Brasil, lnc.) com sede em ew- H h lt 1• p , C cas e Nicaragua. espan a, a 1a, eru, ara 000 OOO 11 agencia nesta Com o capital declarado d:to ~~ Ca.mpos Salles, obedece praça á rua 15 de Novembro, ca ub-gerencia do Snr. W. a gerencia do snr. Arthur Jones e s Seaberg. . . alem dos negocios bancarias T~ndo por pnncipal escopo~ de productos da região, que usuaes, a importação e ~xportaçao r sub-gerente que nutre · t disse-nos o sn · ' bastante os m eressa, - bstante só o fazerem p ' boas esperanças de o alcançar • nao O r conta de terceiros •.

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0