Revista commercial do Pará Dezembro - 1919
6 REVISTA COMMERCIAL DO PARÁ STOCKS em BELÉM do PARÁ em 31 de Dezembro 1910 tons. 727 19 15 tons. 790 1911 " 2585 1916 " 1567 1912 " 1625 191 7 " 3174 1913 " 1695 1918 " 6915 1914 " 1095 1919 " 3860 -< i li e:: 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 < Q. o -e li -; 00 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 õ "' 1- < r- 1 00 "' '° 00 lf') lf') '° ("') lf') "' ("') - a: 00 '° "' r- ("') o N ("') ..,. lf') a: ;;: 1 u.J .... N N '° r- 00 '° ("') 'SI' ("') ("') - 1- ~ C!) § li :z: - 001:):::JHNO:)S:::JQ < :z: < § li N '° - o "' r- r- 00 o 00 00 "' ,.,., r- r- o o lf') ("') '° ("') "' ("') r- ::i N ("') o lf') 00 .... :õ 00 - r- lf') ("') "' "' N o - ("') r- 00 "' "' "' - - - - ~EJ -- o ;;: 001:):::J HNO:)S:::JO ;z; - !- i [f o o o o o o "' M - r- r- lf') .... ("') N '° ..,. '° '° lf') 1 1 "' lf') ..,. M l;jl "' r- 00 00 lf') "' o 00 00 00 00 r- '° ("') .... < § li u.J o o o 8 o o o o o o o o -= lf') ("') '° 00 '° N lf') 00 "' '° lf') a: N - ("') r- "' lf') o '° lf') - N '° < ..,. 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A. li NA INOLAT. 11 TOTAES 1 - - = - 1919 191S 1919 1918 1916 1 1919 1916 1919 - - - - - -= Janeiro 6220 4390 l 1342 31300 19514 - 1 4725 fev. 7000 7279 36000 19055 - Março 5980 6030 6484 46000 121055 - Abril 5715 6211 8115 - j 21305 - Maio 6049 o o 1 7726 5540 e e - 21355 - Junho ,, 6120 ü ü ,1 7407 8659 U.I 11.J -- 22868 - :r: :r: Julho jl 5839 7319 z z 6822 - 114639 o o - u u Agosto 6872 7804 ,.,, ,.,, 1 8145 - 1 17823 - - 11.J U.I r e e Set. 5752 7047 9163 - 19633 - Out. ,1 2657 8657 1 9515 - 120253 - Nov. 1 2603 7263 9145 - 19753 - Dez. 11 3860 ' 121271 6915 9892 - - 1 Stock fluctuante de borracha de plantação ( EM TONS) MEZES 1914 1915 1916 1917 1918 1919 - -- - -- --- --- --- = Janeiro 71 40 11 300 16250 20500 24250 24300 f evereiro 7590 11 600 18000 25000 28500 28700 Março 8250 12100 16750 28800 29400 40000 Abril 82~0 11 850 10500 28300 28500 48060 Maio 8000 10600 11 900 26000 25050 35200 Jun ho 7500 11900 9750 27500 28900 42700 Julho 7500 10700 11500 27000 27400 32500 Agosto 7650 11 900 18000 28200 19100 34177 Setembro 7500 10650 17910 26000 23750 3'5500 Outubro 7150 13500 20750 24700 25400 Novembro 8000 15800 23750 26500 1 24700 () Dezembro 1'0050 16150 27966 31 280 23750 A BORRACHA S AHIO emfim o Stock de borracha do Banco do Brasil que, como uma mole, pesava sobre os nossos destinos. Mas, dizem, sahio em consignação . . . e foi lá fóra fazer de Caixa de Conversão , para não deixar su bir os preços da nos– sa hévea .. . Não será isso, talvez, mas, não pode d eixar de tranquilisar os compradores que teem diante dos olhos a certeza de que não lhes fa ltará a materia pri ma de superior qualidade para caldeiar com a que não prescinde da sua liga. Como quer que seja, é bem desanimadora a pers pectiva do futuro do nosso principal genero de ex portação, pois, a pro– ducção do Oriente cresce assombrosamente e dentro em breve chegaremos ao calç~mento de ruas a borracha para dar extracção as grandes colheitas. A producção mundial de borracha que ainda em 1913 era de 108.000 tons attinge a 24 1.500 em 1918 devendo elevar-se a 300.000 e dizem mesmo a 420.000 tons neste annu, quando o con– sumo subi n do morosamente, conserva-se q u as i estacionado, principalmente na Inglaterra, como demonstramos em nosso nu– mero anterior. Não fossem os E. U. A. que só no primeiro semestre deste anno já consumiram 121.866 tons contra 86.000 em igual período de 191 8, de certo já estaríamos sentindo, mais cruelmente, o peso do excesso dessa producção. Dizem os membros da missão commerci al que acaba de visitar a velha Europa, qu e ha g randes fabricas alli que ainda não podem prescindir de 30 o/o da nossa borracha para a liga com que fazem os seus productos manu facturados. A ser isso verdade, uma vez que estacionou a nossa pro– d ucção, teremos um consumo gara ntido para ell a ; e tanto maior será a necessidade dos fabri ca ntes qu anto mais au gmentarem o seu consumo, pois qu e, se 240.000 tons de consumo mundial exigindo mesmo 10 O/o da nossa f ine Pará absorve 24.000 tons que produzimos, 300 ou 400.000 tons virão pedir-nos 40.000 to11s, em vez dessas 24.000 que exportamos. Não chega, porem, a ser isso um consolo uma vez que para nós, a resolução seria produzir como O Orie~te 200.000 ton~ em vez de 25 ou 35.000. Mas, para ahi chegarmos, requer-se 11ma serie de med idas de que já nos occupamos em edictorial desta Revista e seria en– fadonho estar aqui a repetir uma cousa que todos sabem e que ninguem se abalança a encarar com a seriedade que se requer. e
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