Revista commercial do Pará Dezembro - 1918
,., f 1 31 DE DEZEMBRO DE 1918 5 -< .... li 0:- 1 . 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 < § • Q. o "" '° -;; "' r: (") 00 o o (") 00 ..,,. - ;;; o, §: I.O I.O I.O r- r- r- I.O r- ..,,. o õ 00 I.O 00 (") ..,,. o r- ;;; (") N 00 00 1- '° '° ..,,. I.O I.O (") N N (") (") (") < .... 00 o, '° 00 I.O I.O . ,o (") I.O o, (") a: :õ a: § ao '° o, r- (") â) o - ~ (") ..,,. UJ .... N N '° r- '° (") (") (") - f- < ...J "'' - ,o 00 00 o ~ "' o 00 (") ..,,. .... r: o, § r- r- .... I.O ..,,. '° N ~ ~ I.O I.O < ..,. I.O '° 00 00 I.O ..,,. (") N N z: < .... N '° - o g r- r- 00 o 00 00 o, I.O r- r- o I.O (") '° (") o, (") r- ;:i § N (") o :B 00 ;;; :õ 00 r- I.O (") o, o, N .... r- "$) o, 00 o- - - - - 11.i § I! (/') o o I.O 8 o o I.O I.O o 8 8 8 o - I.O r- I.O I.O N N '° I.O 00 00 00 '° o, (") N C") r- C") z N N - N N .... - - - - N "' ij < z 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 o N < - :li; < § li UJ o o 5s 8 o o o o o o o o -..e lf) (") 00 '° N I.O 00 o, '° I.O a: N - ~ r- o, lf) o '° I.O - N '° < ..,,. (") - - - - .... .... - - .... o. 00 li o ~ o - o 5s o, ,,:t r- (") (") u: -< §: o, 8 e=:; li'\ - o ..,,. I.O '° ;; p,; (") r- o '° (") 00 o '° N < ..,,. ..,,. '° ,o ,o 00 r- r- r- 00 r- IO Q. o .... r- o ..,,. I.O 00 '° o 8 o o o ..,,. z §: ..,. o, 00 r- I.O 8 ;;:; N N ..,,. r- ..,,. ~ ~ I.O '° N I.O 00 I.O N N - - N - - .... - (") o o o o .. .. (/') .. ,_ o .o .o 11-1 o 'iii o .9 .o ,_ E E N ,_ ,_ o E .o IJ.I 'iii Q) u, o ..e o V) ::l Q) Q) ,_ ·e 2 > :E i:: > o:I ·; i:: ..e o :Í N e,: Q) :E ..c :E ::l :i bll Q) o Q) -. LI.. < -. -. < CF) o z Cl STOCK OERAL na INOLATERRA em 31 de Dezembro .. De outras ANNOS Plantação Do PARÁ procedenc. TOTAL == 1910 - - - 5183 1911 - - - 3954 1912 - - - 3569 1913 3339 802 1844 5985 1914 5904 338 1107 7349 1915 6618 347 469 7434 1916 9145 177 872 9892 1917 11937 151 842 12960 1918 - 1 - - - - ., ,... . Stock de Borracha em diversos mercados de todas as procedecias • PARÁ NOS E. U. A. li ~ MEZES NA IN0 LAT. TOTAES 1916 1918 1916 1918 r::=I~ ~~ Janeiro 2920 4390 9252 - 7342 10527 19514 - f ev. 2400 4725 9376 - 7279 10327 19055 - Março 2500 6030 12071 - 1 6484 10993 21055 - Abril 2690 621 1 10500 - 1 81 15 10806 21305 - Maio 1820 6049 11809 - 7726 8929 21355 - Junho 2210 8659 13257 1 7407 13304 22868 - - Julho 1680 731 9 6137 - 6822 12876 14639 - Agosto 1810 7804 7868 - 8145 13571 17823 - - Set. 2340 7047 8130 - 9163 12380 19633 - Out. 1940 8657 9798 - 9515 12160 120253 - Nov. 2070 7263 8538 - 9145 1'2004 119753 - Dez. 1640 6915 9379 - 9892 12960 21271 - li 1 • Mercado censurado sem dados estatisticos. STOCK fluctuante de borracha de plantação { EM TONS) MEZES 1914 1915 • 1916 1917 1918 Janeiro 7140 11300 16250 20500 24250 fevereiro 7590 11600 18000 25000 28500 Março 8250 12100 16750 28800 29400 Abril 8250 11850 10500 28300 28500 Maio 8000 10600 11900 26000 25050 Junho 7500 11900 9750 27500 28900 Julho 7500 10700 11500 27000 27400 Agosto 7650 11900 18000 28200 19100 Setembro 7500 10650 17910 26000 23750 Outubro 7150 13500 20750 24700 - Novembro 8000 15800 23750 26500 - Dezembro 10050 16150 27966 31280 - A BORRACHA C ARRADAS de razões tínhamos nós quando dizíamos em nos- so numero anterior sobre a nossa borracha e a sua superio– ridade que nos parecia ser devido a sua maneira de manip·t· lação. Vem agora uma auctoridade na materia asseverar qu e a superioridade e_stá • no systema de preparação indigena •, pois, nem outro motivo encontraram que justifique esse • nervo • que só a gomma elastica mdigena consegue ter. Como ha pouco disse o • Jornal do Commercio • do Rio = a borracha do Ori«:_nte . tem . a seu favor as vantagens de menor custo de. producçao, 1dentida_de de interesses e capitaes de suas companhias, casas commerc1aes e fabricantes maior pureza no beneficiamento. ' Ma~, a noss_a guarda a s~perioridade de qualidade, e mui– tos fabricantes nao a podem dispensar porque aquella, depois de lavada, precisa ser dosada com a nossa, para garantir o resultado da vulcanisação. Até então, !.e precisava satisfazer as necessidades imperio– sas da guerra. Não havia tempo a perder; era preciso andar depressa e chegar a tempo. Preferiam todos a borracha que désse menor trahalho e podesse apresentar, no menor praso possível, - o pruducto req uerido. E esse producto era pago pelos governos beligerantes, bas. tando que tivesse a apparcncia de.' bom. Agora vae se produzir para o comprador civil, para O com– mercio, para O consumidor que paga com o seu dinheiro para satisfazer um publico e~igente que escolhe, verifica e exige que satisfaçam os seus dese10s.
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