Revista commercial do Pará Dezembro - 1918
~ =;=4========R=EV=l=S=TA=C=O=M=M=E=R=C=IA=L=D=O=P=A=R=Á========= 1 ;; õ . f-- "' o °' N 00 """ l'.! r- r- °' M " N - """ > M r- õ N "' .,, u M M .,., -~ ~ 00 1 - °' ~ ~ """ N o - 00 N :;;: "' "' .,; o <>"' M .... °' -::= o M .,., .,., o o "' - 00 """ N - o > " e. N 8 """ > " - vi .,, cJ) ..; o < ·- "' 00 """ r- "' .. N o 1 C).. o .. fr e. 00 '° Q" (X) "' .... °' .... o .. r- M M N ·]; :; °' '° °' o o .. - '° lfl °' e. .... """ u "' Q QJ '"O o a.. .,i::, E QJ ..... "' QJ ii:i (J') « li 'li QJ "' ~ '"O z o N (J 'iil "' ~ N ., 1 '° 1 1 lt °' - o o 1 o 1 '° o 00 M - "' ~ M °' '° M M M .,., 00 u M °' r- .. r- o .. - °' i.n M " lfl 00 lfl - 8 r- '° '° r- - M .... t.i ., .:: 1 1 1 1 õ e. ;,,, QJ 11,1 :e E Q ,e Q z ºº ~ '"O < o ~ "' s "' ~"' 00 "' o o o., u 1 N 1 1 i: - .. ,:: 10 ..2 o~ o i=i'° u '° "'"' :ô u ., °' ..,. '° N d N 1 r- 00 ·e= M -; te lfl - o M N N - :;;: u ui t] o:: """ M N °' .. ·- .,., lfl i.n 1 o "' '° 00 """ N - o .. e. - o """ o >" - .... -e ::> cn > i== xi ,: °' 1-o .S? 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Na pri– meira tivemos uma diminuiçllb de 1.038.840 tons, com um a_u– gmento de 336.589 contos ; e na segunda, um augmento de 258.861 tons e um accrescimo no valor de 216.215 contos de réis, com– parados o primeiro_anno antes da guerra com o anno p. p. lntercamblo Commercial do Brasll com os E. U. A. Quantidade em tons 1913 1917 Importação , . , 1,649.146 61 0.306 Exporlação • • , 424.793 683.664 IMPORTAÇÃO EM 1917 Animaes vivos • Materias primas • Manufacturados , Para alimentação . ( Contos de réis ) 60 147.336 224.436 23.069 394890 Valor em contos de réis 1913 ,1917 16S.30 1 316.615 394.890 532.730 EX PORTAÇÃO EM 1917 Animaes e s./ productos Mineraes • Vegetaes • 66,826 65.556 401 ,348 ( Contos de réis ) 632.730 ~ Os Automoveis e a Borracha - · Diz um jornal ame– ricano que haviam não ha muito na Europa inteira 522.112 au– tomovais em circulação. Destes, 171.607 se achavam lla Oram-Breta nha, 98.400 em frança, 95.000 na Allemanha, 35.500 na Italia, 27.000 na Russia, 19.360 na Austria e Hungria, 14.700 na Belgica, 10.273 na Hes– panha, 10.000 na Hollanda, 9.000 na Suecia, 85.000 na Dinamarca, 6.157 na Suissa, 3.214 em Portugal e 12.539 em 01gros paizes. Em Julho de 1917 os Estados Unidos contavam em trafego 4.242.139 automoveis, nos seus 48 Estados, avaliados em mais. de Rs. 10.000.000.000$ da nossa moeda. Só a fabrica • Ford •, em Detroit, fabricava então 3.000 au• tomoveis por dia. Por isso que, de 261.395 tons de producção mundial de borracha, 180.955 foram consumidos em 191 7 pelos Estados Unidos. Só para o consumo interno dos seus automo– veis, precisam os E. U. A. de mais de 50.000.000 de pneumaticos !"' Ainda assim, a sua exportação de artefactos de borracha, o anno p.p., attingia a $60.942.000, tendo exportado ainda $48.612.632 em automoveis para passeio. Dess~s 181.000 tons de borracha consumidas pelo paiz do snr. Presidente Wilson, apenas 23.289 tons foram do Brazil ; isto é, não chegamos a fornecer-lhes 13 O/o das suas compras totaes. O consumo total da Inglaterra em 1917 foi de menos de 10 O/o • da producção mundial, emquanto o dos Estados Unidos excedia de 69 O/o. ~ Brasil Central Railwall Comp. - · Por decreto n.o 13,27 9 de 13 / 3/ 9~8 foi auctorisado a funccionar no Brazil uma em~resa ferroviana com o nome acima. A sua séde é em Wil– mmgton, ES t ado de Delaware, E. U, A., e tem por fim adquirir e. e?!º.r~r e st radas de ferro no Brasil. Tendo declarado um ca– pita micial de $ 2.00o.ooo. lançou $1.000.000 em dez mil acções 1
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