Pequena chorographia da Provincia do Pará
,, -57- dade de Relem po suia 6,551 predios, dos quaes um grande numero de 2 paYi– rnentos, diversos de 3, alguns ele 11 e a maior par le de um t'i. Aqu elle numero dern ser hoj e pou co inferi or a G, ,00, se não for superior . Em Belern ha ainda predios ele consLrucção antiga e irregular, lendo, entretan– to, muitos de consLrucçào moderna, alguns palacetes, chacaras e chalet . o centro el a praça da ln cleprndencia (de Palacio) está coll orada e rodeada ele– gan temente por uma linha de palmeira , á estatua sobre pedestal de marmore branco, mandaria erigir á memoria do General I-lil ario jl:.lximi ano Antune. Gurjão, e outros paraenses morto' na campan ha contra o Paraguay. Na praça cio \'.i ' cond e el e ~Iau á (jlerccs) Yai tamucm se r brevemente collocada a estatua do fall ec iclo paraense Dr. José ela Gama i\l alcil er. qu e durante muitos an– nos exerceu os cargos ele 1 .º Vice-Presiden te ela ProYio cia, Coronel Commandante Superi or ela Guarda Nacional ela capital, Pre id enle íla Gamara ~lunicipal ela mesma alem de outros el e eleição popular. ' O e paço de' l,inarJo a rece ber a eslatua é separ_ da rla praça por umn. grade cle ferro. Suas peças já es tão n.hi. A capital do Pará es tá li gada com diversas outras do Bi-azi l por mrio el e duas linhas telegraphicas, uma das quaes é marítima e outra terrestre. Seus orgãos na imprensa são o·, cguintes: Liúerat du Pard, Provincia do Pani, JJiarfo de N1Jticias, JJiario de Belem, Commercio do Panl, JJiario do Gram- Pard, Arena, Cc,smopolita, 1Uosqnito e Crysa/ícla, se nd o o.-. 6 pri mr iros diarios e os rrs– tantes hcbdomatlarios . O mai ;; anlig-o de t()d os ell es é o Gr,,m-Purci qu e cont a :iü annos d·cxistcocia. li a du a companhias de boncl s com linha.' por g rande numero de ru as, li g-n.nd o os pontos mais afastado, da cícl adc <' se us s11lJLJrhios. A Compa111Ji a Paracnsr, por e1-, e111plo, li g-a o Ar,-,enal de .\larinha ao Matadouro , uma disla11cia lalvr z <I<' 7 kilt11nPL ro ::; ; alrm de outros ponto , como o largo ela 'é ao rir ."\azarr lh, ao cl r Bapti sla Campo::- r lc. A Companhia fi rbana Jiga a praça cln. lncl rpenclcncia ao Marro ela Legua c ,i Sacraml' nt a; ~cndn a rx tr nsão da linha pouco inf<'rior n. !8 kilome lros . :\mba, esta ' companhi as tem diversa, linhas duplas , e estão auclori~aclas n. a: sen tar noyas linhas u'outras rna s. A Urhaua possue 35 kilomct ros, e a Paraensc 25. De todas as emp rrza exi tentes na proYincia é a Companhia ele bond s Paraense a unica q11 c de sua rend a liquicl n. dá á Gamara .\l11ni c1p al uma pon·rntagrm, que é 5 ¼, lendo a companhi a cm cofre e á di ~posiçào cl'c ' sa corporação mais de 1:000:)000. Pos,:;11rm offirinas <l c' rarpinns, f'1'rrndor. fnr ri ro, corr cirn e funil r iro . O 1novirnt'll lo do porto da capital do Para é animado por gn111de numrro dr vapore,, e· crn harcnçô<'~ dr Yl'ia, perlrncenlC'S à n,l\·rgação int,·rna e lran sa tlanli ca. Dr lem sus tenta acti ,·a e irnportantes rl'laçi>rs commc rriae,- com diYPrsas prn.– ps do lmpe rio, ela .\nH'ri cn. C' Europa. A cidadr !<'111 d11a-; frC'llll' ' que offcrccem aspC'ctos clifferenlC's :-uma entre a (]orca ela Impera tri z (\'rr-o-pr~o) r ado Imperador (Hcducto), outra entre' o Castello e o Arscnal de ~farinha. ,\ primeira (]Uasi Ioda f!uaroC'c ida de caC's de' peclra rlC' Li,-IJoa, quasi Inda cheia dr elcganl<~s rdifir•io:-i de 1, 2, :3 '. í pa,·in1t:nlos, apn•,-enta 11111a \"istn. magnifica; - r a sC'~1111<la cl r srlr o CasLC' ll o ale o larg-o <lo Carmo trm a Y1stn. um tanto des– agrada,·,·I 1,or cr111::-a dos ed ifi cios ilal r n•rn o:-i fundos para a bahia , tendo :-;úmrntr • alguns hoa frc•nl<'; t" IH'tn a~:;im por _cau:~a de' não ter car ' . no Carmo pura o \ r::1C'na l dr Marn1ha a Yista torna-se apraziwl pC'la ponte cln Porto do Sal, frente das casas da pequena rua el e S. Boaw11turn e prJos cdilicio;j d' aq ue lle estabelccimcn to .
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