Pequena chorographia da Provincia do Pará
.... .... ' R.ai =es ali111e,1Líciu.s :-Di Yersa ,; qnaliJ atle::; Ll e lJ a[a[as tlüce:; e J e ca l'á:;, e mai:; importante el e Lorlas ell as a ,1w ,tClióCC1 bi'ail ca que serYe para o fabrico ela farinha usada cm todas as me as. D'esla e. pc cic el e manclióca ha uma chamada macachcfra, qu e póclc ser prepa– rada de diYcrsas man eira ·. A arvore l lná prod uz uma J'ru cta de pequenas dimen5ôcs, oblonga e amarclla . que posta ao fogo por alg-uus momento · fi ca <le um alJ or agraclaYcl. Plcu1tas tc..clís :- Sapocaia, lJacu ry, mu cíljá, pia saba, tucum, 1u cuman, cmlJir a. jupaly, jaciLára, caraná, murul y corauá, craualú , am lJaúlJ a,_ malqi co, an:rnaz, alem el e muitas outras, eulre as qu acs--o raslanheiro, ele cuJ a casca é cx lrahicl a • a estopa, que sen ·c para ca lafeto ele emharcaçôes . Plantas trepadeiras :- Baunilha, cipó-ca tinga e corcrnlJú, que ' iío aromali ca,;: :-ialsaparrilha, mura(Jucteca e cipó-ra ling-a, qne são med iciMCS; mucunan , luxtil <' tintur eira ; macacacipú, medicinal e oleosa; _j ac il ára, CJU 8 scrrn para tecer a:-srnlo dr cadeiras, ces tos, estrirns, ctr, e o guaraná, que ( 1 rr fri ~c rant e, ca lm ant,.. , ,;1111- tnni co e ad strin gent e. ArbtGslo t·Mcnoso-o limlJó-cla-cnpor ira. Plc111tr1s f1'11 ctifrms :- Gnia IJa, d iwrsas qualidaclr, de Lananci r_as, ararú, sapol r, :<.apocaia, alJío, co ti I i rill á, massarancl uha ) ai a, hiriliú, arati rü, ('a.1 ú, n111cajá, mara– rnj~1 , jrn ip apo) u,·a) joá, anannz , camapú, ing-á, lnnnary, m~1ruchy pil omba, l1a– cury, bac 11ry-pary , cara 11) copoass ú) abaca te. piqui á, mam~o,_ sorva, rnangaha , caram!Jó1 a, ja111ho, arn1 1 ndoa, tamar indo, mangue ira, laranja, l~mao: toma te, qui aho , aLo bora, melancia, .iurnmü, melão, prp in o-(lo-mall,1; vinap-re1ra, Jaca, frucla -pâo, cas tanheiro, ele. l'i 'alguns togares das fl orc,;tas do Par;'t li a uma planta c]a familia da:; frr; 1w1i11 0- sas1 que dá umas Yap-c ns chata!'! com f'ayas encar 11 acla!'l, cl C cxcr llc111r rffc ilo co n tr a morcl r <luras rk cobras, mc s111 0 as mai :-; Ycnrnosas . , cu nome \ 11!µ-n r (> (rn·a -dc-rnh/'11. ~a proYincia li a lam!Jem o arl.Ju. lo dcnom in aclo tal1úr1, da familia (las 'l'.i;p/l(l – ceas1 ord em das Crwle-acmúlastas 1 ela qu al fa lJricão csleiru s empregadas rm difT'c- rcn lcs w;os. · A ordem das Pissi(loms, do gr upo elas Dicotyle<lo,1eas, tem igualrn cnl c no Pará a s11a rrprc•;;enlanlr :- I11rcaou111fw , que pe rt ence ao gencr o Cepliae/is i 1 Jccr1c1,anha ) da familia das R11úiaccas . Ningucm ignora o~ cffl 1 i[ os medicinar. da fpecacua11 /i r1 . Por toda a província cxi :slí• granclr numero rle hcrYa e arbustos prOJ)]'ÍOS para jardim 1 corno <liYNsa,, qualirl adrs dr ro,;as, crayo , navin:is , lrrYos , lajás , :s uspi – ro ,,, ele. As priucipars hOJ'ialiças cultinl!las -...ão as :sC[.!UÍ1Jlr•,., :-,,. Ú 111 ' <', alf'ar'<', mo-;tarda. hcrin g-ell a, r lii con•a, jandiü, í1•i_jiio, Yi11ni:rc· ira, c·1 •lioli 11 lw, -:;iha, alf'av.ica, pcpiuo , q11i aho, mar·hirh r. loma tr, carurll, faya~ r hor l1•l;'i. Da:-. arYorcc. sih·c•f:lrl'::. o ca,;fanhciro 1cm prOJ)l' irda dcs olco::-oa, tinlurr i1 a ml'di- t . ' <'inal r resinosa, as-.im como outra s ;irYorr::. tem ig-ualnwn e nia1s de uma pro- prirdade. . A sc•ri11guri1·a 1 o cacaueiro e a mangalH'irn [cm ulilitl adr rn con tcs [aw l para a indusl ri,t <· para o con1111rr<· io. Lacli ::..lau Uac11a nH·11ciona 2 \8 rrprc•,-r11la11lrs do r in(l wgc lal uu Pará e d.i. duas impor!anl rs rl'larGcs :-- uma da-; Plontus usaclus CUirl i,ituitu dt• C,l'jllll~U/' as c,1fer111itlctd<'s, outrn cio~ lsus owís cu,d"•c1dos 'JllC se fc,::c m 1/c 01 U 1 inws JJlrmtas . Reino animal íl Ya:;to te1 rilorlo da 111•oyiucia elo Parú 1 a~ ílurcs!ns q11 1' 0 cohre1n, <,,., 0.,t('n:,;o:,; 1:nu111Pt•11-,u;; rin, q11c• o sulcàn cm 1ndo..; Oi. 1·11111,i;; e º" la!..',1-1 <1w· Jlrn· l'ilf' :,;~ a<'hào /
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0