Pequena chorographia da Provincia do Pará

•. - 12- A febre amarE: ll a, que at aca o: e,.; trangeiros recr1nchegado;;, ordinari amenl f' se apre ·e nta com ca racter be ni gno; C' na proYincia não ha rnoles tias que reinem endemicamente. Os casos de longeYidad e não são raros no Pará. Ladi slau Baena , à pagina 21 do sP u Bnsaio Choro:.rr<1phico) refere que no li\To el e obitos da igrt'ja de Cajary, que era filial à de )lazagão, achou o assrntameuto do fall eciment o el e uma índia com 200 annos el e icl a('.e . D. S. ferr eira Penna) no seu relaLori o sol.Jre o Toca11tin' e o Anapú , à pagin a 'i l , Lransc reYe outro assent amento cll! uma mulher qu e morreu no muni cipio de Port el com 155 annos, lendo a mesma sid o ;:epultada no cemileri o cl 'essa Yill a. Em Alml el e 1886 fal leceu cm ,\luani·L outr a mulher con1 120 ann o . Ell! toda a proYincia, e mes rri) ua capital, Le1n haYid o sempre olJilos de pessoas cnm mais el e 100, e ultimament e no di a 6 de .\ lJril de t 88 , , f'all eceu lambem na referida capital outra mulher co111 11 5 annos . li a na proYincia dous rnunieipi os-~lacapá ,..\lazagão-que pa5são por ser de uma in salubridade espantosa ; en;r etanto não é raro encontr arem se nos mesmo:,; pessoas bem di spostas e el e idacl r ann çada. Resid em n'elles ha muitos annn::; Jilh os el e outras proYinci.i s e 0s tr angc irn.:;, g-ozando Lodos de boa saud e, o qu, · cll':' lroe completament e a má fama qu e com manifes ta inju stiça lhes é imputa(] 1. 8' el e seis a médi a el a morl all1lade diaria na rapil al, e a referent e aos e ·tran– geiros é da menor prnporção po;;~ iw l. Transc rcyern0s ac1ui as palav ras e 1:ripl as a respcil o d'es tc ass umpto pelo il– lu strado hrazileiro Dr. João ScYeri ano ela Funsrca :- 0 Pará, ap r· zar dr situ ado dr. baixo do equador, é muito mcnn-; calicl o, como é muit o mais saluur e do que ge ralment e pensão os qu e o não Cll11 he :-em, ou apenas lcm-n'o yj ,; to d(' pas,;a~·p 111 , e deduzido à p,·iori prlo;, dados de uma oll,;c rYaçào upr rfl cial () [Cl' I'( tli~crõ·i:s 1 yas ti;;simas Conl ão s Aspecto physico Jt \ tl guu-, ponto,;, t'· Jl<u:-.u e plano, ro rl aclo r·m Iod a,; LI:' 11tid aclc dr ri os, ,- cnwa(lo de diwr::;os lagos e coherl o de cheias de madeira,; prl'r io,;is,;imas e el e Yarias qu alid ade,; . 1 alg-um as :it• n as e ha malt a,; onde nin g11em JH' nctrnu ainda . Producção do sólo O ,;úlll da pro,·incia do Par~L é dotado de u1ila fl' rlilid ade exlr aordin ari a. O;-; rereat's pi'al,' 111 ,-:e r plan tado~ cm qua lr11wr lrmpo , e düo até ln' z cn ll11' il a,-: por annn. Ag'riCUltura .\l11it o prn,;pc1·a l'i, i jú a ag ricu lt ura 11a J> t·o,·i ncia do Parú. llojr ell a (: rnuitn tliminut ;:i , ou , se a co n1para n11os com a de outr \i ra 1 JJ Od1• 111 u~ ante,; dizer qu1' e. lá mo rt a. A rn aior par le cios anti gos ag-ricull nr(·,-, al1a11dP11arâo a prnfis~ii.o pa ra emprl'– "ar-sc na intlu~t ri a cx lrac li\'a, e ro1n l';-:pc ·ial irladr na da f!l> lll1n a 1•Ja,; lira, cuj a 7'rvorc ha r rn g!'anclc ct'Jp ia n' um nl'»t:iclo 1111mern ele munií'ip ir,s. , t AnliJ:,ll hr ut c 1· .JllirnYàu IJa~lautc a cauna cl(' a,-,,;ur·ar , a rnand ióca, o ea1·a11 , o al- i "1rlàtJ o nrrm, o f ;i,fo, etc. ., o ~-a f•\ ,·a '.\p,1rl, 1, em !.:Talldt' 1•,,cala, q1wr moído , q11er cm ~Tão. 'Uo ahuw t 111 11' r ra a sua cu lt ur,t.

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