O Azulão n.6 Outubro 1975

., ::oias & · Compan.hfa., ~imitada ... Recebedores de castanha - Armadores de vapores e motores para ~ Tocantins e Araguaya _ _ Travessa Campos Saltes, 54--1.º andar ' .. bem para os seus descend entes. Estes são frequ entemente atacad os debys– teria, de-epilepsia e degenerescencia - mental ; é, ai nda , a causa frequente do abôrto . . ' O alcool é absorvido pelo orga. ·nismo; entra no eslomago, passa para o figarlo , dahi para a circulação geral, espalhando-se em todos os te– cidos e impregnando todo~ os orgíi os. O alcoolismo di minu e a resisfe ncia organi ca. do individuo, aggrava o prognostico d.i s infecções (syphi lis tuberculose, etc.) ; é uma das princi– paes causas da morte, 1/3; é um pe– rigo para a sociedade, a vergonha da nossa época ! _Alcoolismo chronico e embriag uez suo duas cousas muito diversas. O individuo. que se embriaga, ra– ramente prat1_ca uma arte repu– g:iante, mas CUJas consequencias não sao graves . O mesmo não acontece com o que faz habitualme nte inaes– l~o ?º alcool. ~este caso, o pe~if!O nao e prova vel : e certo . O alcoolismo produ z a velhi ce pre – matura. . «Mat~r o bicho» é aniquilar a re– s1st_enc1a do organismo, é abrir o ap– pet1te com chave falsa. O alcool actua no organismo, como acluam os venenos. Os effeitos palhologicos produzi– dos pel_? abuso d;is bebid as fermen– tadas sao conhecidos descte remotos tempos. E assim, mais u menos, diz o pro– fessor Lancereau_x : «Os antigos he– br_e~s. os - egypc1os e os gregos pri– m1t1vos nao desconheciam 05 phe– oomen~s da _embriaguez p roduzida pelo. vrnbo; e por esta ra zii o que 0 u~o immod~rado d e semelhante be– bida a trah1u a attenção dos legis– lador es daquelles tempos. Na Lace~eruónia, Lycurgo. Plu– t_arco embr1~g~\·am os ilotas (escrn– 'l'OS laced~mo~1os) afim de fazer com q_ue os c!daaaos tomassem aborre– c imento a embriaguez; em Athenos, Dracon ma ndava matar os bêbedos. Os jnd!os e os chinezes, que foram ~s pr~me1ros a praticar a arte da d is– t11laçao, ~a!1Jbem cor:iheciam alguns rios per 111c1osos ef!e1tos produzidos pelo abuso da~ bebidas espirituosas. Roma, ao prmc1pio frugal e sóhrin tornou-se depois de\'assa quanoÓ O Departamento de Educação Physica do Club do Remo, lei– tora genlil, antes de tudo tem uma finalidade que particularmente a interessa: a belleza. A belleza, sim, no que de mais alto ella expressione: a saúde, a alewia que é symptoma de alma sadia: o aprumo das linhas. a leve– za , a graça naturol das attiludes, a elegancia sem esforços artificia– listas. Tudo isso, leitora gentili sima , que constitue a parte maior de suas preoccupações,oe seus cuidados de moça bonita, é que o Clube do Remo está rea lizando para você. Não vacill e, pois, e peça a seu papa e, a seu irmiio a sua inscripçào no Departamento de Educação Phy– sica do Clube do Remo . Cultúe a belleza, fazendo -se mais hella ! Varrão e Calão, o Censor, f,1meuta– ram a plantação da vinha e prég •ram o gosto pelo "inho. A embriaguez tornou-se , então. frequente. Finalmente, segundo Cesar e Ta– cito, os povos conquistados pelo romanos (principalmente os germa– nos) não eram mod elos de tempe– rança. Na Arabia, Mahomet encontrou o vicio da embriaguez espalhado de tal forma, qu e julgou conven iente pros– crever totalmente o vinho. Ern França, Carlos Magno prohibiu os convites para beber as «saudes» 0ll brindes leitos com vinho, e publi– cou muitos edilaes contra o abuso d os líquidos fermentados. · O seculo XT viu nascer um ao,•o liq uido. proveoicnte da di tillaçiio do vinho. Fabricado ori.giaarfamentr pelos arabe!>, receben o nome de a l– cohol e fGi consid erado p ri meiro, como veneno, depois, como remedia (agua da \'ida) e no seculo XYI como uma panacêa uni versal. E sa bebid a começou a ~er a,stri buida pelos trabalhador~s ei,ipreg~– dos nas usi-oas da Hungr,a e, a pHhr de Jii6J , os inglezes adaptaram-na como uma especie de cordinl, fornp. cido :i os so ldados que ~ue1-i-e;i1:im ooi- Pa izes-Baixos. · Em 1678, vendia-se em França aguard ente na rua ; no seculo XJ;, o ub u o das bebí dus alcoolicas CO~ mccou a ser grand e e a partir do egund o quarte l desse seculo. tor– nou-se enorme. Toda v,a, os livros de medicina an– tiga quasi que se não reíerem às doen"a ~ produzidas pelo abuso da" bebidas alcoolicas, e o~ med1cm, dP entüo conheciam a embiaguez ma. nüo os accideofes de alcooli mo chru– ni co · o drlirí11111 ,,.,.,,ens só foi bem ob– serv~do e descripto n o principio do seculo .passaoo. A svnthese do alcoolismo foi ten– tada , ·:i pri meira vez, por Magous Hu s,;, melli co·sueco, que creliu o ,·o– ca bulo alcooli,roo-para des ignar n conju ncto d e phenomeno µruci111.i– dos pela m!(e tão e.xcessn a 1le he'bi. d;is destiladas». Tabelln quc indica a quantidadt• ciP alc,•ol µuro contido em 100 partes cio liquido Cenejn, 2 a 3,5 · Yrnho d<> diarn – pagne, iu a I J .6: vinho de llhen_o, 11 a 11,'l; vinho rle ?ital.i{ra, 15 ; vmho do Porto. :w: vinho da M;ideira, 20. vinho Collures, 10.8: vinho l:lordeaux· lt,3; .-\i;:uardente. 45 a ii5 ; W1!:>k~·. 59' Pela prophvlux1u inl••ns:i cio ale, .. olis1110. poderemos dizer dnq111 lia alguns annns: - foi um pPrigo que• passou l Dr. Raynmndn _Ferro " Si/1•<1, Med1c-o. • ,,.. ftd,- t~, .... ,. ,m. 'IV• •• comem.• di,s. l>owo m do l'•rd. o rlglda C,. o qwadra •u• utor o Atnflrol) do gt'9mo- •~Ofel,1 ndot,e,.,a vl,_,tw,- ,_a., ter,.,,o. .ue qua- começa o reinado, nc> or. lncon~ lliodo um /of1odor•s º"""º* COII QS lo- londo, °" _,,..,,. .....,,. -do· ./1 wo. •-w• la-.,inck lo .,.., .. • rdot.,.. "'°"'· llr o . . ,

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