O Azulão n.6 Outubro 1975

_O_A_ZU ___L_A..;;.0_1_9___________________________~_ CAMPIEOINIA10 INIACDOINIAI. REMO 2Xl FLUMINENSE O mais triste esp~ taculo esportivo fi= cou a car g o do campe ão carioca. N3 o se a ceit a que um time co mo o do Fluminense, tido e havido co mo o mais ordeiro, desres peite o publico com cenas de verdad~i r o vand a lis mo. E que um c r aque co mo Ri v e lino venha aqu i e s banjar falta de educ aç ãm e~ porti va . De po is , ·um c r o ni sta c ario c a ch a ma r o n o ss o t ime de " a le grete " . . . A pr i ncipal razao de tudo foi o espe– tacular fu t ebol a – presentado pelo RE– MO. Rivelino & Cia perd:ram a cabeça e os pe~ somente po~ que nao conseguiam vencer o REMO. Pen– sa,am qµP. so porque No jogo contra o Na– cional de Manaus ca - ' soo LEAO vencesse Pº: uma diferença de dois gols, estaria classificado pa ra as semi-finais. Mas qui seram os deuses dos– espprtes que isso ti vesse u'a espera ma– ior. Aliãs, não foi nem tanto desejo dos deuses. O caso é que o juiz Garíoca que a pitou esse jogo, de~ ve ter vindo encomen dado. O que ele fez Fone: 22 4728 Padre Eutíquio n. 256 Belém-Pará vaiêm biihoes, 0s jo g adores do Norte têm que a eles se curvar ... Lo g o aos 3 minu - tos o Flu marcava o seu Único tento. A– contece que esse i m previsto só fez fe rir com os brios a– zulinos. Tanto que o 19 tempo terminou jã com a v itória re mista por 2 x l, g ol~ de Alcino. No 29 tempo o F l u tentou v irar o pla– c a r .Co mo não c onse– g uiu, pe r deu a cabe ç a e o jo go. Ri v e l i no e z é M-ari o for a m exp ul s os po r Arma n do Mar qu es . Ao té r mi no d o encont ro Rivel i– no, sem camisa , in – vad iu o camp o para agredir o juiz; os dirigentes do "p ó REMO 2X2 NACIONAL contra o REMO nao es tã no gibi. Deixou de marcar nada menos do que quatro penali dades máximas escan~ dalosas.Os jogadô~es do Nacional jã esta– vam tao crentes da imparciali~ade, que metiam a mao na bola e derrubavam dentro da grande ãrea com a maior naturalidade. O REMO começou a to do vapor. Mas, além– das burrices mal in– tencionadas do jui t. Eftciência define a Experiência A sua VISÃO exige o melhor cuidado conforto Confie II sua rnce1ta de OCULOS a sua tradicional ÓTICA 'O ORAGÃo·· onde voce e sua famiha . teri10 PERFEICÃO E HONESTIDADE. no atenitm1ento ita sua receita dP. oculos de arroz", idem, i dem. Se o policia~ mento não usasse de for ç a, Armandin h o teria sido l incha– do. E sobre i sso , o sr. Saldanha não escre v eu nad~ ... A renda foi re– cor d e: CR $ 277.13 3 mil. E o LEÃO fo r – mou co m Dic o ; Ma ri n h o, Dut ra , Rui e Cu ca ; Eli a s e Ne n a; z é Lima, Mes q u ita , Al c i n o e Amar a l. esteve em moite mui– to negra. Tanto que chegou a estar per– dendo por 2x0. Alcino fez dois gols e empatou. A renda foi de CR$ .• 181.319,00. O time do LEÃO: Dico; Ma– rinho, Dutra, Ruí e Cuca; ilias e Nena (Roberto); Zé Lima (Cai to), Mesquita - l\.lcino e Amaral. ' -~ SILVIO MEIRA C P,f 00041'0dl ARNALDO C,P.f 00tllff0f ADVOGADOS MEIRA Ccuuo, Cin;, 11 ~O"MHl•h, e,,,,.,..;,~ ,,.oe1-.1,«•1., I•~•"'.,,. • co•ro ., E me cad d11 - conf, 3Cll •• , <Ja Ru •~de com• C•IIIP<>e ~,.. FONE -:m3 étLl:M • P.AAA

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