Anuário comercial brasileiro fundado em 1935
f ô ANUARIO COMERCIAL BRASILEIRO CASTANHA CASTANHA DO PARÁ EXPORTAÇÃO COM CASCA 0 PESO TOTAL O VALOR TOTAL SEM CASCA 60 54 ESTADO DO PARA · , COM CASCA ANOS REGIONAL 1 P~SO - KG : 1 VALOR CR$ -:----:1:-::94-:--=-1 --;---;;;2-.494.°"200-8-:-616--: 3601 1942 1. 131.600 4 . 126 . 691 1943 770 .450 1. 568 .866 1944 743 .455 2. 010 . 063 1945 182 . 790 730 .426 1946 5 . 059 . 100 40 . 323.938 1947 6 . 705 .450 35 .054. 168 1948 5 . 647 .366 26 .476. 905 1949 5 . 103 . 171 19.954 . 854 1950 5. 682 .300 1 35 . 730 . 556 1 ANOS 1 TOTAL 1 PfSO- KG . VALOR CR$ 1941 2 . 746 . 000 9 .27C06f r-- . 1942 2 . 223 . 025 8. 537 .705 1943 792. 650 1. 599 . 03 1 1944 822 . 215 2 .239. 741 1945 498 . 840 3 .036.391 1946 6. 61 1.350 52. 360. 717 1947 7. 784 . 700 41. 100 .481 1948 6 .452 .416 30 . 012 . 193 1 1949 6.451. 971 25. 261. 166 1 1 1950 6 . 882 . 650 43 . 509. 728 1 / ANOS -- -1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949 1950 ANOS SEM CASCA REG I ONAL 1 P~S0 - KG. 1 VALOR CR$ 2 . 873 . 200 1 18-:-soi-:-"1s1- 728 . 190 6 . 641. 636 520 . 950 2 . 614 . 189 103 .320 91 3 .388 747 .330 15 . 51 2 . 692 1. 548 . 270 33 . 665 . 832 2 . 278. 080 37 .324 . 022 1. 357 . 845 20 .056. 249 2 . 762. 870 41. 868 . 790 2 . 150 . 190 37 . 102. 004 TOTAL \ \ PtSO - KG . 194·..,..,...1 --4 . 209 .31O I 1942 2 . 216 .560 1 1943 631. 440 1 VALOR CR$ 21-:-093-~86- 21. 345 .940 3 , 147 .049 1. 568 .894 20 . 567.239 57 . 523 . 043 46. 31 7. 382 23 . 67 1. 505 56 . 186 . 772 1 50. 878 . 768 1944 188 . 850 1945 994 . 290 1946 2 . 615 . 160 )1947 2 . 829 . 030 ESCALA: t'"/rn = 600 TONS. ou 600 MIL CRUZEIROS 1948 1 . 576 .825 1949 3 . 687 . 530 j - 1950 2 . 911.3I-8 A "castanha do P ará" é uma noz de alto -valor n u tritivo, en cont ra da em tôda a Amazô– nia brasileira, como acusa a s ua colheita pro– cedente, em média, 48% do Estado do Pará , 36% do Estado do Af!laz~:mas, 9% do Ter ritório co Acre. 2% do Tern t_ón o do Amapá, 1,5% do T erritório do Guapore, 1,5% do Território do Rio Branco e o r estante dos Estados do Mara– nhão e Mato Grosso. Foi o único produto extrativo que não desa – p a receu com a µref er ênci_a da borra cha no seu período á ureo, tendo a pos a queda desta em. 1912, di sputan~o-:lhe o primeiro lug~r na ex– portação amazonica para ? estrangeiro, de vez 4 ue n ão t,pm consumo n acional. No P a rá, a sua safra em 1948, 1949 e 1950, f oi r espectivamenLe, em tons., el e 8 . 392, 13 . 008, ll . 145. Atualmen te o m aior merca do é o norte - americano, com intensas solicitações de outros c.iificultadas pela sitnação cambial que o mund<> a travessa. De 1926 a esta data, PT" n ~le 1n r te ela ca ,;;ta– nha tem sido exportada descascada apesar de barreiras tarifárias. O importador norte- amer ica no vem. exif?; ;ndo padronização do produ to e out ras condições _ que t êm sido fácil observa r . En tret anto , p elo seu va lor nu trit ivo _e. em r onsequéncia. comercia l. a castanha est a me– recendo est udos do gov,êrno, referen tes ao seu amparo e defesa. A castanha é de en tre-safra dos s_er_il:i-gais, n as mesmas á reas, 0 que imolica _31, i:>oss1b1h clade de u tilizar a mesma mobiliz::u;a9 de pesso:.11. sendo ainda pequen a a exploraça o d~s ~ast a ... n h ais, como dos seringais. em rela~ª ? a res_ p cct iva ocorrf ncia n a t iva n a Amazoma. -5-
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