Anuário comercial brasileiro fundado em 1935
T" ESTADO DO PARA . ANUARLO COMERCIAL i?RASILEIRO === ~~--~======~====e!=====~-=-.,.~~-===~~ monopólio oficial das operações finais de com- 11ra e venda da borracha, a produção brasileira de 1943 a 1947 apresentou a média anual de 27 .473 tons., concorrendo o Pará com 24% . Cessado o referido convento, essa produção -gera l caiu de 33 mil tons., e a do Pará de 7 mil 133 tons., na seguinte proporção, em tons. : 1948 1949 1950 Amazôn ia 25 . 306 26 . 770 23 . 733 Pará 5. 367 7.088 4 . 969 O motivo fôra a insuficiência de consumo, pela incipien te indústria nacional de artefatos, coincidindo com a impoisibilldade de expor– tação, devido aos preços baixos nos merc:idos in ternacionais. Deu-se, porém, que no decorrer dêsse t rie– n ie, a indúst ria n acional de artefatos ganhou g!"an de incremento, absorvendo estoques e pro– -dução e en t rando em carência de impor ta ção, Que lhe foi concedida , de borracha estrangeira. En tão o govêr no federal encarou seriamen t ~ essa cat egoria econômica essencial à defesa e Ilrogresso do país, único que industrializa bor– xacha sua e poderá faz e-lo com acesso à com- r1etição internacional. _ .Assim, em 1951, transformado o Banco de Crédito da Borracha. S. A. - criado em 42 como um dos órgãos do esfôrço de guerra do aument-0 da produção da borracha - em Banco de Cré – dito da Amazônia, com capitais s emi-estatais e atribuições de assistência à economia ama– zônica em geral, a queda da produção da bor– racha foi detida verificando-se o aumento. cm t ons.: Am azôn i a Pará 1952 <!.º semestre) 25 . 770 5 . 060 1951 20 . 000 4 . 100 A indústria naciona l de a rtefatos que im– portara nesse a no e meio 9 . 500 tons. de borra– cha estrangeira, pa r a o s eu con sumo já elevado a 35 mil tons., estará em breve liber ta de importação, nem só com o fomen t o d a explo– ração dos serin gais n a tivos da Amazôni a , como com a formacão de s eringais de cultura sob (.écnica moderna em diversas zonas do país. ~ão providências qu~ o govêrno vem toman do eom decisão. Também é da s su as cogi t a ções apar elhar-se pa ra a fa bricação de b orra cha rin tética. de emprêgo pref e1i do em det ermi– n a das linhas da fa bricação de a r t ef atos . Ural,alho~ uipográ/ico.l 1. GRílPICíl PíllílílGOlíl go T□ Ríl Praça Maranhão, 5 Fone 3641 ~Pll/i/ES1r~IEZ li/E Ili~ IILllll~I~Alllt>IE
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