nos cti1" am a allitude au ' lera .de tuna tcs tcrnunlta clt amacla a depúr. E' o in ~lantc em que a rida na propria fl or qne Yem se ent re-a!J ri11d o, parece relJok:.;· se 110s espa s– mos de um ><m:asmo mord ent e. E" o momeulo em que :, Yirgem, ~c nlinclo-se sem · mãe, complelan11 1 nLH abandonada ao embato e rebate das ondas el o mar i11 con.' ta11Le da vida. sente roca r– Jh c pela epidcrm.e se tinosa, prenh e dos perfumes da innocend a, o beijo qn cnte, e,calclant c da cl os l1 011ra. ülha o céo e não Yé Deus: es tend e a vi ta pela lj,H 'J'a e sente- ·e fria e Yasia de affed os J,ons. O rnnncl o p:m.: t;e-J l,c um lobo esf'airnad o, cl e gnda s á~ e:--:c::mcaras, es1wr~rndo paslo p:1 ra saciar-_e. No céo e na terra. aqui , 011 mai s al ém. no YCnlo que sop ra. na fl ór qnc f.(' proclin:, dn ha '-' le, no ru– mor surdo das ag uas, na fr, lha aç:o il:ula pelo Yenlo, em ludo, para ella. parece lt a\"l:r uma nota fu11elJ1 '<', al guma coi. :1 de d1• ~: co 11!:1· rido. de i111p1·0Yb to . qn e ll! e annnuci a um r1 l.1 ysmo. ond e fatalrncul e.-efl a o pre:--entc-irú ca ir. Pa rnce-H:c que a m:íl' •:,l:'1 a tl espPLlir o nltimo , uspiro" e dóo-11,e na s11 ~ ron::ciencia de filha o Yel-a partir-,1• d'cslc murH1o com a alma an cgrada pelo fel do dr sesp<'J'O e roíd a pelos :i riraclos dcul e· da fome. A fome gril a, ella , a infr liz , perce be cs,e grito ed1oa r-lll e pelo eslornago, m:i s. por nm assomo el e di guid adc muito natnra l. ent end e q11e deve :.i l.1afal-o, matai-o me~mo, antes que al gue,n o ouça, a11tec:: que o ent e mais carido~o dn terra csrntc-o. Porqu e'? li a alti n·cssa 1'clnctan ·ia um gran ·lc e terrivcl prese11timc11lo 1las bai:-: Pza s qnc cnco 1Ta uma esmola , Quem púrl c rf's J)crnd Pr n rssa irrti>1 ·pclla çJo fu11 es– ta , cl rsdc qn c a carid ade dc,'.orou -. e com as ca squi– l11 aria s el a cocouc? l la ca ridall r 11a rnporfit-i e da terra ·? OeYcmos v,1Gillar nnl es de respond er. ,\ esmola iguorada . a e ·mola claua pol::i mão di.

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