86 - na languidez da seducção exposta a Yenda nos pros– tibulos. Os marialvas cercam-o, admiram o chie eom que elle pronun cia a pal avra chartre11s1•, e vira o copo com ~erveja. O pai começ.a a mostrar-lhe a fronte sombreada pelo desgosto; elle não se apercebe d'isso. A mãe toma-lhe a defe ·a e pePgunta ao marido, si quando eile foi criança não era assim. . .. As estroinices elo menino perturbam a paz do ca– sa l até então vivida no mais doce culace. As di scussões anlre mulber e marido tornam-se , quofülianas. Este quando entra em casa é zangado e não de– mora-sé muito por lh e parecer aquillo um inferno. Aquella um pouco consumida, chama o filho e ob– serva a irregularidade do seu procedimento. O me– nino diz-se um desgra ç,a do e debulha-se em lagrimas. E' o bastante. O ca rinho da mãi .é vencido pela s artimanhas do filho, beija-o , consola-o e chora tam- b~. . Por fim diz-lhe: vai-te, deixa-me com teu pai. Querem erro peinl' ~ Um dia , porem~o velho ann;i- ·e tla energica au– toridade de pai , chama o filh o, e em termos asperos e convincentes, faz-lh e vér o desgosto que lhe vai causando, prohibe-lhe cr,rtas lirenças e traça-lhe nova norma de conducta. O pequeno viuga-se . Como ? Ou abandonando a ca ·a paterna , ou suicidando-se. , Para mim é esse o erro , (Jue julgo ~star e.m mãos de mães cuidadosas o reparai-o.

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