sumpto da nanação. devo t:o ul'es~ar publica u1 eulti, para minha eterna vergonha, o modo pouco decente pelo qual farejei o seu enrêdo . ?llas .. ah ! agpra me lembro , nada pos, o dizer sobre isso, porí]ue-é fa cto nolorio-a polici a anua a cavallo e em l)ispando um deli cto tl e inva são dr. do– mi cilio do cid~ lão, ainda que o un iro inYa or seja o olhar el e outl'O cidadão . é muito ta paz de pô r-me os gaçlanhos em ci~a. . . . . E eu. não se1 se sa bem, da pohr1a so í]uero o ::;o- i:ego . . . Portanto usando das attribui ções que me t:onferr. a yanta gem de deYassar o que se pa:"'sa nas ca. a:-s alhei as sem auxilio da brot:a ,tL, fr· chaduras, nem das fresta s das portas, ·entro a nanar o que se pas -ou cm ca,a de um visinho meu. entre· uma prima., c LL111 primo. ' 1 Era noite , e ue .\taio. A':f. noites d'estc mez. não sei porque, ·ão sern– pre chamada, a depor n'cs tas que;-; tões innocen[es tl ,J ;imür. .\ lua , jú se Vl', como ::-empre . d 'tTel ia-se lo1 la. enviJndo sorri sos de luz aos píU"alcll ipipedo::i Lia: no - sa. ruas. Aqui , n'es ta cspedc tlu rroemio. j_JOrl ia perfeit a– mente entrar o rnnto com os Sl'Us (l oces murrnmios pela : fr anças do;-. arvoredos, o !Jrill 10 sc- inlill a11tl' das es trl'll as, as go llas do 01-Yalllo, a l'Olarem, como la– grimas choradas 11as folhas ab,wtas dns rn il nguciras; ma,. deixemo d~ parle tn uo is:.-o e mais uma :,; tantas rousas que não impo rta saber. r.omo dis P-., era noite, e de '.\faio. Não me lembro bem a hora. 11em i:,so ven1 ao t:aiso. . . . ah ! recorela-me agorá. devi am ser . . rl•J · viam ser ·, uma hi storia, eram 9 1 /2 bora ::: . f
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0